A Boba da Corte Audiolivro Por Tati Bernardi capa

A Boba da Corte

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A Boba da Corte

De: Tati Bernardi
Narrado por: Isabela Mariotto
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Sobre este título

Para comemorar seu aniversário de quarenta e três anos, Tati decide organizar uma festa em seu apartamento, na rua Maranhão, em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo.

Durante a celebração, ela recebe uma mensagem preocupada de uma amiga contando que errou o endereço e foi parar em "um lugar medonho": o Largo do Maranhão, no Tatuapé, bairro onde Tati cresceu. O pavor da amiga desencadeia em Tati uma crise de pânico, o que a obriga a deixar a sala, os convidados e a certeza momentânea de seu pertencimento de classe.

Com o humor habitual já conhecido pelos leitores de Depois a louca sou eu e Você nunca mais vai ficar sozinha, a escritora, roteirista e podcaster Tati Bernardi entrelaça, neste novo romance, questões sociais, políticas, amorosas e familiares, expondo feridas comuns a todos aqueles que ascendem socialmente.

Se o tema já foi amplamente abordado por Annie Ernaux, Didier Eribon, Édouard Louis e, aqui no Brasil, por José Bortoluci, entre outros, em A boba da corte Bernardi dá um passo adiante na tradição da autossociobiografia, acrescentando camadas de ironia e humor às narrativas de mudança de classe.

Além de um relato autoficcional, o livro é também um retrato ácido da elite progressista brasileira e suscita uma questão inadiável: o que os bem-nascidos e herdeiros deixam de legado para o país? Mordaz e irônica, a protagonista não perdoa a ninguém — nem a si mesma —, e cutuca a ferida, torce o dedo dentro dela e depois o lambe, rindo. Ao se organizar, a raiva explode, grita "o rei está nu!", vai aos poucos assentando, encontra seu lugar, ora ou outra veste o traje de boba da corte, e nós, leitores, no final, resfolegamos e saímos das páginas com o viço renovado. Como afirma Tatiana Salem Levy na orelha do livro, tudo parece que pode rebentar, mas "é aqui que entra a escrita, a corda que liga os pontos, que mantém firme a narradora e que prende a nós, leitores, numa espécie de fascínio hipnótico por essa mulher".

©2022 Tati Bernardi (P)2022 Fósforo Editora
Gênero Ficção Literatura Mundial Urbano Vida na Cidade
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Livro corajoso! Adorei ouvir uma obra tão sincera e tão bem narrada. Sou fã da Tati.

Sem pudores

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Só conhecia a Tati do pod cast, o encontro com o texto foi parecido com encontrar alguém muito bom de papo. Se narrar é para poucos ela Tati e uma destes... suas contradições são muitas das nossas estão na nos espaço que convivemos, nós adoecimentos que mastigamos ou cuspimos atrás do sofá quando ninguém tá olhando, do molho agridoce das relações familiares. A leitura pulsa é tão viva, que respira.

Encontro bom!

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Sou fã da Tati desde 2000 e tralálá. Desde a época do blog ou site, não me lembro bem se era um blog onde ela postava os textos. A escrita dela se conecta muito comigo e com a forma como penso. Mais uma pedrada! Me lembrou muito dos textos dela dos anos 2000: humor ácido na medida, os sentimentos dela na relação com os homens, as pautas fundamentais para nosso contexto atual e uma leitura interessante sobre o “encaixar” e/ou “pertencer”.

Escrito pela Tati raiz

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Provando que quem estabelece as políticas públicas neste país não faz a mínima ideia de como vive o povo. Imagino que seja da autora falar tantos palavrõe então, quem não gosta, evite ou releve.

Perspicaz

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amei a história, a contadora da história, a direção da locução. me identifiquei em muitos pontos. Tati, que coragem a sua! AMEI!!!!

amei!

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