Lula quebra silêncio sobre Master / STF divide sobre código
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (05):
O presidente Lula (PT) falou pela primeira vez sobre a reunião fora da agenda com o banqueiro Daniel Vorcaro, realizada no Planalto em dezembro de 2024. Segundo o petista, o dono do Banco Master afirmou que estaria sofrendo perseguição política e tentativa de prejudicar a instituição financeira.
O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou uma reunião entre ministros para discutir a criação de um código de conduta da Corte. Parte do tribunal resiste à adoção de novas regras, alegando que as normas atuais já seriam suficientes, o que expôs divergências internas no Supremo.
O Tribunal de Contas do Rio de Janeiro abriu investigação para apurar a aplicação de recursos da CEDAE em CDBs do Banco Master. O investimento, que chegou a cerca de R$ 220 milhões, passou a ser questionado após dificuldades de resgate e a liquidação da instituição financeira.
O presidente Lula afirmou que Fernando Haddad e Geraldo Alckmin têm um papel a cumprir nas eleições em São Paulo, embora nenhum dos dois tenha demonstrado intenção de disputar cargos no estado. A declaração reforça as articulações e incertezas nos bastidores da corrida eleitoral paulista.
O governador Tarcísio de Freitas avalia que a direita pode perder espaço na disputa pelo Senado em São Paulo caso a esquerda lance dois nomes fortes. Nos bastidores, a estratégia seria apostar em um candidato de direita e outro de centro para equilibrar a corrida eleitoral.
O senador Rodrigo Pacheco deve deixar o PSD e se filiar ao União Brasil nas próximas semanas, em meio às articulações para as eleições em Minas Gerais. O movimento ocorre diante de incertezas sobre o futuro político do parlamentar e pode reconfigurar o cenário da disputa no estado.
O número de empresas em recuperação judicial no Brasil bateu recorde em 2025, com cerca de 5,6 mil companhias em processo de reestruturação. O avanço foi de 24,3% em relação ao ano anterior, em meio a juros elevados, crédito mais caro e impactos de grandes crises corporativas recentes.
Um estudo do Centro de Liderança Pública aponta que o fim da escala de trabalho 6x1 pode provocar a perda de mais de 600 mil empregos formais no Brasil. A projeção também indica queda na produção e impactos mais fortes em setores como comércio, agropecuária e construção.
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