Bolsonaro preso pede união da direita e Lula tem dificuldade em alianças estaduais; ouça análise
Falha ao colocar no Carrinho.
Falha ao adicionar à Lista de Desejos.
Falha ao remover da Lista de Desejos
Falha ao adicionar à Biblioteca
Falha ao seguir podcast
Falha ao parar de seguir podcast
-
Narrado por:
-
De:
Sobre este título
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, disse ontem, que, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai dele e preso na Papudinha pela trama golpista, subirá a rampa do Palácio do Planalto em janeiro de 2027 caso ele vença a disputa em outubro deste ano. Designado pelo pai como candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro foi a estrela do evento de ontem. A primeira manifestação dele como pré-candidato teve público estimado de 20,4 mil pessoas na Avenida Paulista, segundo levantamento do Monitor do Debate Político da USP e da ONG More in Common. Também ontem, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou no X uma carta escrita à mão pelo ex-presidente Bolsonaro, na qual ele afirma lamentar críticas feitas por integrantes da própria direita a aliados e à sua esposa, Michelle Bolsonaro, além de defender união no campo conservador.
Em entrevista à Rádio Eldorado, o cientista político Bruno Silva, um dos diretores do Movimento Voto Consciente, avaliou que, apesar do crescimento de Flávio nas pesquisas, a carta do pai ainda é um sinal de desunião no campo conservador. “A desunião da direita é um fato notório no sentido de que nem todo mundo está embarcando nesse projeto”, avaliou. O especialista ainda vê o presidente Lula como favorito, mas ressalta que “o maior desafio dele está na estruturação dos palanques estaduais”.
See omnystudio.com/listener for privacy information.