O Conto da Aia, de Margaret Atwood: crítica, feminismo, teocracia e poder | Teoria Literária
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Sobre este título
Neste episódio do Teoria Literária, Raul Silva analisa O Conto da Aia, de Margaret Atwood, uma das obras mais importantes da literatura distópica contemporânea.
A conversa passa pela estrutura narrativa do romance, pela construção de Offred como narradora, pelo funcionamento de Gilead como regime teocrático e pelo papel de personagens como Serena Joy, Moira, Aunt Lydia e o Comandante. Ao mesmo tempo, o episódio propõe uma resenha crítica da obra, discutindo como Atwood articula patriarcado, religião, linguagem, memória e poder em uma narrativa que continua profundamente atual.
Mais do que uma história sobre opressão feminina, O Conto da Aia aparece aqui como um romance sobre o modo como sociedades podem transformar violência em moral, controle em proteção e silêncio em disciplina.
Se você busca uma análise literária de O Conto da Aia, uma resenha crítica de Margaret Atwood ou uma leitura que relacione literatura e política, este episódio é para você.
Índice do Episódio
00:00:32 A abertura: por que O Conto da Aia ainda assusta
00:01:42 Contexto histórico e político da obra
00:02:50 A trama de Offred e o mundo de Gilead
00:04:22 Como Margaret Atwood constrói o terror literariamente
00:06:00 Offred, Moira, Serena Joy e as engrenagens do poder
00:08:03 Corpo, linguagem e poder no romance
00:09:19 As Notas Históricas e o último golpe do livro
00:11:06 Resenha crítica: a opinião de Raul Silva
00:11:50 Encerramento e pergunta final ao público