Cidadã de segunda classe Audiolivro Por Buchi Emecheta, Heloisa Jahn capa

Cidadã de segunda classe

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Cidadã de segunda classe

De: Buchi Emecheta, Heloisa Jahn
Narrado por: Denise Simonetto
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Sobre este título

Na Nigéria dos anos 60, Adah precisa lutar contra todo tipo de opressão cultural que recai sobre as mulheres. Nesse cenário, a estratégia para conquistar uma vida mais independente para si e seus filhos é a imigração para Londres. O que ela não esperava era encontrar, em um país visto por muitos nigerianos como uma espécie de terra prometida, novos obstáculos tão desafiadores quanto os da terra natal. Além do racismo e da xenofobia que Adah até então não sabia existir, ela se depara com uma recepção nada acolhedora de seus próprios compatriotas, enfrenta a dominação do marido e a violência doméstica e aprende que, dos cidadãos de segunda classe, espera-se apenas submissão.

©1974 Buchi Emecheta (P)1974 Buchi Emecheta
Ficção Histórica Ficção Literária Gênero Ficção
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Gostei da história, mas achei o final muito vago, poderia ter se aprofundado um pouco mais.

Interessante conhecer as culturas e a vida difícil que as mulheres têm em todo o mundo

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Gosto muito de ler livros que tragam outras culturas, outras épocas, outras realidades, mesmo que muitas vezes sejam realidades duras e muito muito difíceis. Neste livro a autora escreve uma ficção autobiografica, usa outros nomes e muda algumas coisas, mas conta a história de sua vida. Ela mesma uma mulher nigeriana que já sofria com o machismo em seu país, nos anos 60, vai para Londres com dois filhos pequenos acompanhar o marido que foi para lá estudar. Lá ela terá mais 3 filhos... e passará a lidar não só com o machismo, mas também com a violência de seu marido, a infelicidade em seu casamento, além do racismo e xenofobia por ser negra em um país de maioria branca. Apesar de tudo que ela enfrenta em Londres com o marido, o nascimento de mais dois filhos e a gravidez do quinto, ela não desiste de pensar em uma vida diferente para si mesma e para os seus filhos. O livro termina meio que abruptamente, mas sabemos pela própria história da autora, que ela de fato se tornou escritora e seguiu com sua vida e seus filhos em Londres Uma história que infelizmente reflete a dura realidade de tantas mulheres, mas também a força e o poder da mudança que há em tantas delas!!

Uma história simples e forte!

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A autora constrói a trajetória de uma mulher marcada desde a infância pela desigualdade: primeiro por ser filha, depois esposa e, por fim, mãe. É um romance que escancara as estruturas patriarcais da Nigéria e também as dificuldades enfrentadas na experiência da imigração.
Esse é o segundo livro que leio da autora. No anterior, encontrei uma narrativa forte e envolvente. Aqui, embora reconheça a importância do que está sendo contado, a leitura me causou mais irritação do que empatia.
Eu sei que a Nigéria carrega costumes muito diferentes e específicos em relação ao papel feminino e é justamente isso que a autora denuncia com tanta franqueza. Ainda assim, acompanhar a extrema submissão da protagonista me incomodou profundamente. Em vários momentos, senti dificuldade de me conectar com suas escolhas e silêncios. A repetição das situações de opressão, embora realista, tornou a leitura emocionalmente desgastante.
O livro tem força temática, sem dúvida. Emecheta escreve com clareza e intenção, expondo desigualdades estruturais sem romantização. Mas, para mim, faltou maior elaboração emocional em certos trechos, e o desfecho me pareceu repentino, quase inconclusivo, como se a história tivesse sido interrompida antes de amadurecer plenamente.
É uma obra relevante, especialmente para quem deseja compreender mais sobre as experiências femininas em contextos culturais rígidos e sobre os desafios da diáspora africana. Ainda assim, foi uma leitura que admirei mais pela importância do que propriamente pelo envolvimento.
Nem todo livro que reconhecemos como necessário é, para nós, um livro que toca. E tudo bem.
Recomendo para quem se interessa por literatura africana e discussões sobre patriarcado.

Uma história necessária, mas difícil de abraçar.

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