Grandes Momentos da História da Matemática Audiolivro Por Gilberto Garbi capa

Grandes Momentos da História da Matemática

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Grandes Momentos da História da Matemática

De: Gilberto Garbi
Narrado por: Lauro Coelho
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Sobre este título

O mundo atual é dominado pelas tecnologias.Elas estão de tal maneira presentes em tudo o que fazemos no dia-a-dia que raramente para mos para pensar nas maravilhas, quase milagres, que elas no.

©2010 Universidade Falada (P)2010 Tocalivros
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G. Garbi é o premiado autor do Romance das Equações Algébricas e do livro de história da matemática A Rainha das Ciências. O resumo aqui apresentado exclui toda a matemática propriamente dita, apenas fazendo sínteses biográficas de grandes nomes da história da disciplina e listando suas contribuições.

Alguém já comentou negativamente acerca do viés antirreligioso da narrativa, que leva o autor a simplificar demasiadamente algumas questões e até mesmo a deturpar alguns fatos (preterindo a visão mais equilibrada estabelecida pela historiografia da ciência mais recente em prol de narrativas simplistas correntes no século XVIII e início do XIX). Esse viés também se manifesta na omissão dos aspectos positivos da influência da religiosidade teísta em diversos dos grandes nomes tratados no livro. A insistência do autor em aspectos que corroboram sua narrativa antirreligiosa chega a ser um pouco irritante e repetitiva até mesmo para alguém que, como eu, compartilha de um sentimento crítico acerca das religiões institucionalizadas, de seu apego ao poder e de seu arrogante abuso de poder sempre que lhe é possível. Além da pouca qualidade historiográfica que era de se esperar de alguém que não é um profissional da historiografia da ciência, o autor acaba passando a impressão de um certo ressentimento pessoal (?) que o leva inclusive a desvios de percurso, verdadeiras fugas ao tema, apenas para incluir episódios que corroboram para a narrativa simplista que ele apresenta. O pior exemplo disso parece-me ser a inclusão de um capítulo sobre Giordano Bruno. A princípio, fiquei surpreso, pois não sabia que o italiano era reconhecido por contribuições matemáticas relevantes a ponto de ser incluído num livro tão sintético que exclui figuras chave da matemática como os irmãos Bernoulli, Georg Cantor, David Hilbert dentre outros. Porém, depois de ouvir o capítulo fiquei ainda mais surpreso, pois o autor simplesmente não menciona nada que justificasse a inclusão de Giordano Bruno numa tão exclusiva obra sobre os “grandes momentos da história da matemática”. Em vez disso, detém-se a descrever detalhes de como Giordano Bruno foi torturado e morto. Então fui obrigado a buscar em outras fontes a informação que era de se esperar que o autor tivesse dado: quais as contribuições de Giordano Bruno à matemática? Qual não foi a minha surpresa ao descobrir repetidamente a mesma resposta em diferentes fontes: “Giordano Bruno não é reconhecido por NENHUMA contribuição à matemática”. Como leitor, sinto-me, como alguém a que venderam rato por lebre, um tanto ludibriado: um livro anunciado como uma síntese da história da matemática escrito por um matemático revelou-se, na prática, uma pregação de seu sentimento antirreligioso repleta de afirmações históricas simplistas e pouco judiciosas para dizer o mínimo.

O aspecto negativo referido no parágrafo acima me é tanto mais surpreende quando o comparo à postura equilibrada (e até religiosa) que encontramos em seu livro O Romance das Equações Algébricas, onde, já se aproximando do fim do livro, depois de referir a famosa frase de Einstein, “O fato mais incompreensível do universo é que ele pode ser compreendido”, Garbi (pág. 201) conclui:

“Por que é que existe ordem no mundo e qual a razão de poder tal ordem ser expressa em termos matemáticos? Talvez jamais venhamos a saber, mas, considerando que o caos ou outro idioma cósmico inacessível ao homem também seríamos alternativas possíveis em um mundo que não tem qualquer obrigação de revelar-se a nós, o melhor a fazer é sermos profundamente gratos por haver o Criador nos brindado com tal presente, infinitamente acima de nossos méritos”.

Falando acerca dos estudos teológicos e alquímicos de Newton naquele mesmo livro (págs. 82-83), Garbi chega até a criticar a tendência simplista de alguns autores que “entenderam que tal interesse pudesse, no mínimo, significar certo desequilíbrio por parte do incomparável sábio”. Contrapondo-se a esse tipo arrogante de avaliação, Garbi (pág. 83) humildemente observa que: “Ninguém tem condições de emitir qualquer julgamento a este respeito e o melhor que as pessoas comuns devem fazer é acreditar que um homem excepcional como ele, capaz de ver e sentir o que outros não conseguiam, seguramente possuía motivos válidos para conduzir tais estudos”. Na pág. 81, já falando acerca de Newton, enfatizava que “não devemos fazer qualquer avaliação de caráter pessoal sobre um homem necessariamente excêntrico e cuja vida transcorreu em uma época em que os valores sociais eram totalmente diferentes dos de hoje”. O contraste entre essas passagens e aquilo que encontramos neste Grandes Momentos da História da Matemática me leva a me perguntar se esse livro não teria sido preparado por alguém de intelectualidade muito menos madura meramente partindo dos escritos de G. Garbi, algo que, no entanto, não posso realmente afirmar.

Razoável

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Leitura agradável, instrutiva e fruto de extensa pesquisa. Renova nosso interesse pela Matemática de forma peculiar. Adorei, presenteei e recomendo.

Excelente

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varias afirmações mal fundamentadas, como afirmar que os bispos gregos fecharam universidade por não querer que as pessoas pensassem, era sabido que os ensinamentos de Aristóteles e Arquimedes foram amplamente aceitos e difundidos nos ministérios e sua formação que origina em tempos gregos. Também trás erroneamente Constantino como promulgador do cristianismo como religião oficial do estado, isso foi feito por Teodósio por volta de 380 DC. Também omite as contribuições significativas de Aristóteles que veio a ser o alicerce do método científico, esperava mais de uma obra historiográfica ligada as ciências exatas mas a contaminação acadêmica brasileira é tão repulsiva que até na história da matemática conseguem cravar suas ideologias patéticas e revisionistas.

afirmações infufadas

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