L'ora dei predatori Audiolivro Por Giuliano da Empoli capa

L'ora dei predatori

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L'ora dei predatori

De: Giuliano da Empoli
Narrado por: Michele Maggiore
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Sobre este título

Da New York al Medio Oriente, dal palazzo dell'Onu all'hotel Ritz-Carlton di Riyad, Giuliano da Empoli ci accompagna in una serie di incursioni in territori dove il potere è basato sulla spettacolarizzazione, sull'uso spregiudicato delle informazioni e sulla capacità di generare shock continui. I predatori hanno capito come sfruttare il nuovo ordine globale. E il caos è il loro ambiente naturale. Con il gusto sottile del polemista e la lucidità dell'antropologo, Giuliano da Empoli tratteggia un ritratto fulminante dei leader contemporanei, da Trump a Muhammad bin Salman, consegnandoci un'analisi che non lascia scampo.

«Giuliano da Empoli è il cronista dei nostri tempi difficili. L'ora dei predatori conquista come un romanzo o una tragedia greca».
Le Monde

«Oggi è scoccata l'ora dei predatori e ovunque le cose stanno evolvendo in modo tale che tutto ciò che deve essere deciso lo sarà con il fuoco e con la spada. Questo piccolo libro è il resoconto di quei fatti, scritto dal punto di vista di uno scriba azteco e alla sua maniera, per immagini, piú che per concetti, nell'intento di cogliere il soffio di un mondo che sprofonda nell'abisso e la gelida morsa di un altro che prende il suo posto».

©2025 Giulio Einaudi editore (P)2025 Giulio Einaudi editore
Política e Governo
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Este livro não é um panfleto político. Essa é a primeira e mais crucial ressalva para qualquer leitor. Sua leitura exige que deixemos à porta as bandeiras ideológicas e as certezas simplistas, pois ele não ataca um lado para defender outro. Em vez disso, realiza algo mais raro e valioso: oferece uma radiografia estrutural do poder no século XXI.

O autor atua como um anatomista do presente, dissecando com frieza analítica os sistemas que moldam nosso mundo. Seu foco não são os atores políticos tradicionais em suas disputas partidárias, mas as engrenagens ocultas que passaram a mover o tabuleiro. A obra demonstra como forças aparentemente desconexas – a economia da atenção digital, a lógica dos algoritmos, a teatralização da política – convergiram para criar um ecossistema perfeito para um novo tipo de predador.

A grande força do ensaio está em sua capacidade de conectar pontos que nossa visão fragmentada pelo noticiário diário e pelo debate polarizado não consegue ligar. Ele revela os fios que unem a sala de servidores de uma grande plataforma tecnológica aos palácios do poder autoritário, mostrando que compartilham um mesmo manual de operações. A tese central é perturbadora porque é sistêmica: o caos não é um subproduto indesejado, mas um combustível projetado e monetizado.

Por isso, a obra escapa às categorias políticas convencionais. Ela não critica um governo, mas um mecanismo que pode ser instrumentalizado por qualquer grupo que aprenda sua lógica. Este é precisamente o motivo pelo qual leitores de extremos ideológicos podem se sentir desconfortáveis ou mesmo falhar em captar sua profundidade: o livro não oferece um vilão fácil para ser execrado, e sim um espelho que reflete a vulnerabilidade de todos nós a uma máquina de desinformação e agressão que nós mesmos alimentamos.

A leitura é um convite à humildade intelectual e a um salto de perspectiva. Recomenda-se não como uma resposta, mas como a mais clara das perguntas: entenderemos a tempo as regras deste novo jogo? O livro não entrega soluções fáceis, mas fornece o mapa indispensável para que possamos, finalmente, começar a procurá-las. É, acima de tudo, um tratado sobre as engrenagens que movem nossas próprias paixões e divisões, tornando-se leitura obrigatória para quem quer compreender a era, e não apenas debater seus sintomas.

Além da Esquerda e da Direita: O Mapa que Explica a Máquina do Caos Moderno

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