O despertar de tudo
Uma nova história da humanidade
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Narrado por:
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Sérgio Mastropasqua
Sobre este título
Neste clássico instantâneo e best-seller internacional, David Graeber e David Wengrow propõem uma nova versão de nossa história — do desenvolvimento da agricultura e das cidades às origens do Estado, da democracia e da desigualdade.
Durante séculos, nossos ancestrais foram considerados primitivos e infantis, sendo divididos em duas categorias: iguais, livres e inocentes ou guerreiros e brutais. Com base no pensamento de Jean-Jacques Rousseau e de Thomas Hobbes, a ideia que perdurou ao longo dos anos foi a de que só poderíamos alcançar a civilização sacrificando essas liberdades ou domesticando nossos instintos mais básicos.
Neste livro revolucionário, o antropólogo David Graeber e o arqueólogo David Wengrow demonstram como essas teorias que emergiram no século XVIII foram uma reação à crítica feita por povos indígenas à sociedade europeia — e por que elas estão erradas. Ao oferecer essa nova perspectiva, os autores questionam tudo o que conhecemos sobre as origens da agricultura, da propriedade, das cidades, da democracia, da escravidão e da própria civilização, iluminando outras formas de liberdade e organização social e nos convidando a imaginar qual futuro desejamos para nós mesmos.
"Um banquete intelectual. Não há um único capítulo que não questione (com bom humor) crenças intelectuais estabelecidas." — Nassim Nicholas Taleb
"Esta obra nos apresenta um mundo habitado por pessoas inteligentes, criativas e complexas que, por milhares de anos, inventaram quase todas as formas de organização social e buscaram liberdade, conhecimento, experimentação e felicidade muito antes do 'iluminismo'." — Robin D. G. Kelley
"Um fio condutor poderoso deste livro é a retomada das perspectivas indígenas como influência fundamental no pensamento europeu, uma contribuição valiosa para a decolonização das histórias globais." — Rebecca Solnit
OBSERVAÇÃO: Quando comprar este título, o PDF que o acompanha estará disponível em sua Biblioteca Audible junto com o áudio.
©2021 David Graeber e David Wengrow (P)2021 David Graeber e David WengrowÉ verdade que o livro parece querer responder Sapiens diretamente. Me parece que os dois Davids detestam a ideia simplista do Harari, e dá pra perceber isso em vários momentos. Reconheço que o Harari escreve com uma narrativa invejável — fluida, acessível, quase cinematográfica. Mas a simplificação tem um preço. Graeber e Wengrow mostram que a história humana não é uma linha reta que vai da caça e coleta para a agricultura, da tribo para a cidade, da igualdade para a hierarquia. As evidências arqueológicas mostram que, por 30 ou 40 mil anos, os seres humanos experimentaram os mais variados tipos de organização social. Alternavam entre formas igualitárias e hierárquicas, entre nomadismo e sedentarismo, entre agricultura e caça-coleta — às vezes dentro da mesma geração. Há sociedades que viviam metade do ano sob a autoridade de um chefe e a outra metade em coletivismo pleno. Há cidades com 100 mil habitantes sem palácios reais, sem templos monumentais, sem aristocracia militar. Isso destrói a narrativa de que complexidade social exige automaticamente Estado e dominação.
Mas os Davids também abrem a discussão para muito além do Harari. Questionam Hobbes, Rousseau, a ideia de comunismo primitivo dos marxistas, o evolucionismo social que ainda domina o senso comum. A pergunta central do livro muda no meio do caminho: deixa de ser "de onde veio a desigualdade?" e passa a ser "por que paramos de experimentar?". E essa é uma pergunta muito mais interessante.
Hoje, acho que esse livro não substitui o Sapiens, mas aprofunda. Sapiens pode ser uma porta de entrada acessível e bem escrita para leigos e neófitos no assunto. O Despertar de Tudo é o segundo passo — é onde você vai quando quer entender que a história humana é infinitamente mais complexa, criativa e surpreendente do que qualquer narrativa linear consegue capturar. É um livro que muda a forma como você olha para o passado e, por consequência, para o presente.
Não substitui Sapiens, mas é o segundo passo que faltava
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Obra de fôlego
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Livro excelente, narração nem tanto
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