Popol Vuh Audiolivro Por Josely Vianna Baptista - tradução capa

Popol Vuh

O esplendor da palavra antiga dos Maias-Quiché de Quauhtlemallan: aurora sangrenta, história e mito

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Popol Vuh

De: Josely Vianna Baptista - tradução
Narrado por: Michel Kleinas
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Sobre este título

Popol Vuh é o mais importante documento poético-político da antiguidade das Américas. O Popol Vuh, Livro do Conselho, ou Livro da Comunidade, guarda a cosmogonia, o amanhecer da natureza e da humanidade, a mitologia heroica, a história e a genealogia dos Maias-Quiché da Guatemala. A tradução crítica de Josely Vianna Baptista, poeta e tradutora do espanhol e do guarani, resulta de um esforço de interpretação do original maia-quiché a partir do confronto entre 7 traduções feitas diretamente dele para o espanhol e o inglês. Ela também consultou, pontualmente, traduções diretas e indiretas para outras línguas, e percorreu uma variada cartografia de estudos, códices e dicionários do período colonial – além de, vez por outra, ter feito uma visita à prosa cerrada do manuscrito do frei dominicano Francisco Ximénez, a versão mais antiga do Popol Vuh que temos disponível. A edição da Ubu conta com notas e uma introdução da tradutora. Há ainda um texto do arqueólogo Daniel Grecco Pacheco sobre o papel e a importância desta obra clássica. Popol Vuh é comumente traduzido do idioma quiché como “livro da comunidade”. É um registro documental da cultura maia, produzido no século XVI. Escrito em forma de prosa poética, o texto aborda questões como a origem do mundo, dos homens e dos animais. O manuscrito original do Popol Vuh não possuía divisões em capítulos, mas as edições modernas, baseadas na tradução que Charles Étienne Brasseur de Bourbourg fez para o francês, apresentam essas divisões, feitas de acordo com a ordem cronológica e temática dos acontecimentos. Apesar de não ter capítulos originalmente, é possível notar duas partes distintas na narrativa. A primeira parte se refere à origem do mundo e à vitória dos gêmeos Hunahpú e Ixbalanque sobre os Senhores do inframundo. A segunda parte aborda desde a criação do milho até a presença dos quichés na América Central.

©2019 Ubu Editora 2019 Fondo de Cultura Económica 2019 Embajada de México en Brasil 2019 Josely Vianna Baptista (P)2021 Audible, Inc.
Literatura Mundial
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Popol Vuh é mais do que um registro mítico: é uma obra que condensa memória, oralidade e história.
A tradução crítica de Josely Vianna Baptista, acompanhada da introdução de Adrián Recinos, revela um texto que não se limita a narrar mitos, mas reconstrói universos simbólicos. Cada página é atravessada pela cosmogonia maia-quiché, onde a criação do mundo e dos homens de milho se entrelaça com a luta dos heróis gêmeos contra as forças do submundo. O livro exige leitura atenta, pois não oferece atalhos: sua densidade é parte da experiência. A multiplicidade de fontes e traduções utilizadas confere ao texto um caráter historiográfico, aproximando mito e método. A narrativa oral, preservada ao longo dos séculos, resiste ao apagamento colonial e reafirma a força da palavra como instrumento de sobrevivência cultural.
Não é apenas literatura, mas também documento histórico, filosofia e rito. A obra desafia a linearidade ocidental e propõe uma visão de mundo circular, marcada pela interdependência entre homens, deuses e natureza. O leitor encontra aqui não só uma história da criação, mas também uma reflexão sobre identidade e memória. A linguagem poética amplia a compreensão, transformando mito em experiência estética. Cada capítulo é uma travessia, um mergulho em epistemologias indígenas que ainda ecoam no presente. O texto é, ao mesmo tempo, curso de história e canto ritual. Sua leitura provoca deslocamentos, questiona certezas e abre espaço para novas interpretações. É uma obra que informa, mas sobretudo transforma. Um monumento da palavra, capaz de fundar mundos e preservar culturas. Popol Vuh permanece como testemunho da resistência e da beleza ancestral.

Popol Vuh: A Palavra que Transcende o Tempo

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