Quem matou meu pai Audiolivro Por Édouard Louis, Marília Scalzo capa

Quem matou meu pai

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Quem matou meu pai

De: Édouard Louis, Marília Scalzo
Narrado por: Gabriel Stauffer
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Sobre este título

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Uma investigação familiar que mescla manifesto político e crítica social.

"Não tenho medo de me repetir, porque o que escrevo, o que eu digo, não atende às exigências da literatura, mas às da necessidade e da urgência, às do fogo", é o que diz o autor a certa altura. Esse é o tom de manifesto inadiável que percorre a narrativa e se faz sentir na figura do pai doente e moribundo, que Louis visita para prestar ajuda, mas, acima de tudo, em busca de reconciliação. As lembranças dos tempos em que a família vivia na pequena cidade de interior, marcadas pela frieza do pai homofóbico e autoritário, aos poucos vão se transformando em acusações à classe política, numa crítica direta às formas de opressão, à imobilidade e à desigualdade social. Quem matou meu pai é uma narrativa breve e dilacerante, que reflete sobre a relação com o pai, fraturada pela indiferença, pela vergonha e pelo conflito.

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©2018 Édouard Louis (P)2018 Editora Todavia
Ficção Biográfica Gênero Ficção Vida em Família
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Mais relevantes
Os rextos de Edouard Louis são potentes na leitura emocional e social dos acontecimentos. Um livro que emociona, causa indignação, reflexão, insigths sobre a vida e a história de um pai, seu filho e uma família.

Uma biografia escrita com a alma

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O olhar peculiar de um filho sobre a ausência e a presença paterna, bem como as frustrações e todas as mágoas que constituíram a pessoa a qual o pai se tornou.

Brilhante

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Muito já ouvi falar, mas não tinha lido nada de Édouard Louis. Ele tem uma pegada semelhante a Annie Ernaux e eu gostei. Livro curto. Notas interessantes sobre sua conflituosa relação com o pai e toda a construção com a família que, muitas vezes, o via como uma mulherzinha.

As reflexões em torno de como ele enxergava o pai, de como o via com ódio em certo momento e por fim com um amor que ele não sabe explicar, não entregam nem tristeza, nem revolta ao livro. 72 páginas muito bem escritas que, inclusive, abordam momentos políticos históricos na França que trouxeram graves consequências para a população pobre e, por óbvio, para seus pais.

Gosto do modo como envolve os fatos da vida com os fatos da história

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Eu amei a forma como ele relata as situações vividas com o pai. Ele mostra o contexto político e como isso afeta diretamente sua família. Além de claro, toda questão da relação difícil com seu pai e mãe por conta da homosexualidade.

Emociona e surpreende!

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