Bolsonaro com “alucinação” ainda tem força para indicar candidato da direita? Ouça análise
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A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje a manutenção da decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde sábado, dia 22, e sua prisão foi mantida em audiência de custódia. No depoimento, Bolsonaro disse que a tentativa de violar a tornozeleira eletrônica foi motivada por “paranoia” provocada pelo uso de remédios psiquiátricos. Ele afirmou que “estava com alucinação” de que havia uma escuta no equipamento. Nos próximos dias, o ex-presidente também deve começar a cumprir a pena de 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista de 2022. Inelegível, Bolsonaro ainda era aguardado para indicar quem seria o candidato da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial do próximo ano. Mas como fica esse segmento após as alegações de “paranoia” e “alucinação” feitas pelo próprio Bolsonaro? Em entrevista à Rádio Eldorado, Leonardo Barreto, doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília e sócio da consultoria de risco político Think Policy, disse que o episódio de agora agrava um problema que a direita já tinha, de querer a indicação de um nome, mas não a presença efetiva de Bolsonaro na campanha. “Essa história de surto, de condição de debilidade das faculdades, traz uma discussão sobre a sua capacidade de conduzir a própria defesa e os destinos da direita. Todos querem o apoio dele, mas não querem a liderança dele”, afirmou.
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