Como os Assassinos receberam seu nome?
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O episódio examina a origem do termo "Assassino" e desmistifica a crença popular de que os nizaritas ismaelitas agiam sob o efeito de substâncias entorpecentes. O episódio argumenta que as narrativas sobre o uso de haxixe e jardins paradisíacos, difundidas por figuras como Marco Polo, são construções lendárias baseadas em preconceitos culturais e religiosos do período das Cruzadas. Na realidade, o termo era um rótulo pejorativo utilizado por rivais contemporâneos para deslegitimar a seita, que possuía uma disciplina interna rigorosa e austera. O episódio enfatiza que tais relatos dizem mais sobre o imaginário medieval europeu e suas ansiedades do que sobre as práticas históricas reais do grupo. Assim, a historiografia moderna busca resgatar a complexidade política e estratégica dos nizaritas, afastando-se das caricaturas de fanatismo irracional consolidadas ao longo dos séculos.