Episódios

  • 195 - O duelo de Onofre
    Feb 27 2026
    ​Entre 1835 e 1845, o sul do Brasil foi palco de uma das guerras civis mais longas da história do Império: a Revolução Farroupilha.
    Nesta guerra, nasce a identidade do povo gaúcho.
    Se formaram memórias e histórias. E homens que hoje, são quase lendários.
    Mas por trás do mito, havia estancieiros, militares, maçons, escravocratas e abolicionistas. Todos sob uma mesma bandeira.
    Homens que falavam em liberdade, mas que defendiam também seus interesses econômicos.
    Homens que proclamaram uma república em 11 de setembro de 1836, após a vitória do Seival, e que desafiaram o Império brasileiro a partir de Piratini.
    Entre esses homens estava Onofre Pires da Silveira Canto.
    Venha conhecer a história de um personagem que não dobrou sua honra, e foi leal à própria consciência, até o fim.

    ​​​Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
    ​​
    POESIAS E MÚSICAS
    Duelo Farrapo
    De Alcy Cheuíche
    Por Confraria do Tropeiro

    Das Memórias de um Lenço
    De Osmar Ransolin e André Teixeira
    Por André Teixeira

    É aqui junto ao chapéu
    De Angelo Franco
    Por Angelo Franco

    De valor
    De Diego Müller, Rômulo Chaves e Zulmar Benitez
    Por Jean Kirchoff

    Epopeia Farroupilha
    De Elton Saldanha, João Sampaio e Silvestre Araújo
    Por Elton Saldanha e Alemão do MBororé

    Memorial Farroupilha
    De Érlon Péricles
    Por Érlon Péricles e Liliana Cardoso

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
    ​​
    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 hora e 37 minutos
  • 195 - Aviação no Contestado
    Feb 21 2026
    ​Entre 1912 e 1916, o Sul do Brasil viveu uma guerra que ainda hoje divide interpretações. A Guerra do Contestado reuniu elementos diversos, mesclando guerra civil, conflito religioso, e disputa política entre Estados.
    Mas há um elemento dessa história, que quase nunca aparece quando o Contestado é lembrado.
    Foi aqui que o Brasil empregou o avião pela primeira vez em uma campanha militar.
    E foi no Contestado também, que morreu o primeiro aviador militar brasileiro.
    Venha conhecer a saga de um intrépido capitão que deixou seu nome gravado para sempre, na história da aviação brasileira.
    Venha conhecer a história do Capitão Kirk.

    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima
    Payada: Pedro Júnior da Fontoura
    Participação: Milton Massolini

    POESIAS E MÚSICAS
    Vôo Alto
    De John Gillespie Magee Jr.
    Por Confraria do Tropeiro

    Contestando
    De André Coelho e Arthur Boscato
    Por Arthur Boscato e Filipe Silveira

    Herdeiro do Contestado
    De Elton Saldanha
    Por Ricardo Porto e Paulo Rigo

    O Canto da Araucária
    De Osmar Ransolin e Índio Ribeiro
    Por Índio Ribeiro

    Cruz de Campo
    De Juca Moraes e Luiz Gastaldo
    Por Robledo Martins

    Voa Liberdade
    De Mário Maranhão e Eunice Barbosa
    Por Wilson Paim

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.

    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 hora e 20 minutos
  • 193 - O primeiro missioneiro
    Feb 14 2026
    Quem foi o primeiro Missioneiro? O primeiro a cruzar o rio Uruguai com a intenção de fundar uma civilização cristã nas terras que hoje são o Rio Grande do Sul?
    Quem lançou a semente antes mesmo de existirem os Sete Povos?
    A resposta nos leva a um nome que muitos conhecem, mas poucos compreendem em profundidade: Padre Roque González de Santa Cruz.
    Sua jornada de coragem e dedicação à causa missionária, até hoje são recordadas pelo exemplo meritório e pelo final trágico.
    Mas o que o levou um sacerdote famoso, a abandonar a estabilidade para viver entre povos considerados hostis? Como ele conseguiu pacificar tribos guerreiras, onde a força das armas fracassou?
    Ao longo deste programa, vamos atravessar quatro séculos para entender como um homem ajudou a moldar a história do Sul do Brasil. E que deu origem ao que seria um dia, os Sete Povos das Missões.
    Venha conhecer a história do primeiro Missioneiro.

    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    POESIAS E MÚSICAS
    Missioneiro
    De Jayme Caetano Braun
    Por Jayme Caetano Braun e Lucio Yanel

    Canto Rubro
    De Osmar Ransolin e Angelo Franco
    Por Angelo Franco, Osmar Ransolin e Lincon Ramos

    Canto Missioneiro
    De Rubens Soares e Cenair Maicá
    Por Cenair Maicá

    Catedral
    De Guilherme Collares e Lisandro Amaral
    Por Joca Martins e Lisandro Amaral

    Além da Casca
    De Eduardo Muñoz e Cícero Camargo
    Por Marcelo Oliveira

    Ante as ruínas missioneiras
    De João Sampaio, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila
    Por Robledo Martins e Rui Carlos Ávila

    TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 hora e 21 minutos
  • 192 - O santo tropeiro
    Feb 6 2026
    ​Há homens que passam pela história deixando registros de façanhas e conquistas.
    Há outros que deixam o exemplo.
    O personagem deste episódio, não foi general e nem presidente. Não comandou exércitos, nem escreveu tratados.
    E ainda assim, mudou para sempre a história de um povo, cruzando fronteiras e levando a esperança aos que não tinham voz ou vez.
    Inteligente, culto e dedicado, poderia ter ocupado funções confortáveis e de destaque político. Preferiu cruzar serras, enfrentar rios, dormir em ranchos e galpões, falando a língua do povo e partilhando a vida com os que não possuíam muito pouco.
    Essa não é apenas uma história de fé. É um registro persistência e caridade. Que levou ao final, ao reconhecimento de uma alma elevada em princípios espirituais e morais.
    E de como o exemplo pode ser muito mais forte que a palavra ou a espada.
    Venha ouvir, a história do Santo Tropeiro.
    ​​
    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    POESIAS E MÚSICAS
    Cura Brochero
    De Juan Cruz Olie
    Por Juan Cruz Olie

    Gracias Cura Brochero
    De Carlos Seoane
    Por Carlos Seoane

    Un Paso Aquí, un Tranco Allá
    De Carlos Jose Di Fulvio
    Por Julio Cejas

    Caminos de Brochero
    De Eduardo Enrique Alamo
    Por Cristina Velasco

    Peregrino de Brochero
    De Jorge Suligoy
    Por Jorge Suligoy

    Cura Gaucho y Santo
    De Rene Celayes
    Por Javier Brochero
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    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
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    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    1 hora e 18 minutos
  • 191 -Até quando?
    Jan 30 2026
    ​Hoje o galpão da Confraria do Tropeiro está em silêncio.
    O momento é de tristeza e consternação. De lamento e reflexão.
    De encarar esta ferida aberta da nossa sociedade: a crueldade humana contra os animais.
    Ao longo da história, cães e cavalos caminharam ao nosso lado. Nos protegeram, trabalharam conosco, dividiram a lida, o frio, o calor e a solidão.
    Nunca pediram muito. E mesmo assim, são eles que seguem pagando o preço mais alto quando o ser humano perde o freio moral.
    Aqui nesta Confraria, sempre defendemos valores antigos, mas que seguem urgentes, como bondade, dignidade e respeito à vida.
    E entre essas bandeiras, uma sempre esteve muito clara para nós: a causa animal.
    Em favor desta causa, que é de todos nós, te convido para observar os fatos recentes que chocaram o país, e que não podem ser varridos para baixo do tapete da indiferença.
    Vamos lamentar juntos, o caminho para onde segue a nossa sociedade.
    E prestar uma última homenagem a essas pobres almas que tombaram sob a crueldade humana.
    ​​
    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    POESIAS
    Orelha
    De Osmar Ransolin
    Por Osmar Ransolin e Jeferson Monteiro

    Até Quando
    De Osmar Ransolin
    Por Osmar Ransolin e Jeferson Monteiro

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    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tango a teus pés . Milonga del camino.
    ​​
    Jeferson Monteiro
    Toada do Alfredo. Pra um domingo. Mirando horizonte. Recuerdo em Si menor. Balada para o Orelha. Sangrando.
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    41 minutos
  • 190 - Dimas Costa
    Jan 23 2026
    ​Há vozes que não se apagam com o tempo.
    Elas seguem ecoando nos galpões, nos rodeios, nas invernadas e na memória de quem aprendeu a amar a tradição, ouvindo versos ditos com alma.
    A voz de Dimas Costa é uma dessas.
    Quando se fala em poesia gaúcha, é impossível não falar dele.
    Conheceu o galpão, a estância, o palco, o estúdio de rádio e a câmera de televisão.
    Neste programa, vamos percorrer a vida e a obra de Dimas Costa, com o respeito que se dedica aos grandes vates do verso terrunho.
    Para festejar seu centenário, buscando entender porquê, décadas depois, seus poemas seguem sendo recitados por crianças e jovens, provando que a tradição quando é verdadeira, não depende da presença física.
    Ela se sustenta na alma e no coração.
    Venha ouvir um registro que fala da força da poesia gaúcha, que resiste, se renova e segue viva cada vez que alguém apruma a voz e entoa um verso antigo.
    Venha ouvir, a vida de Dimas Costa.
    ​​
    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Locução: Mario Lima

    POESIAS E MÚSICAS
    A Morte do Brigadiano
    De Dimas Costa
    Por Dimas Costa

    Por onde anda a alma inquieta do poeta
    De Gujo Teixeira e Marco Aurélio Vasconcellos
    Por Marco Aurélio Vasconcellos

    O universo do meu verso
    De Osmar Ransolin e Arthur Boscatto
    Por Rédea Solta

    Elegia ao verso ausente
    De Sérgio Carvalho Pereira e André Teixeira
    Por André Teixeira e Xirú Antunes

    Te Escrevo Campo Num Verso
    De Edilberto Teixeira Neto, Gujo Teixeira e Rômulo Acosta
    Por Fernando Saccol e Marcelo Oliveira

    Rabisco
    De José Maurício Rigon e Joca Martins
    Por Joca Martins e José Maurício Rigon

    Mal-me-quer
    De Dimas Costa
    Por Aldeia dos Anjos

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.

    Quinto Oliveira
    Bugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.
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    1 hora e 29 minutos
  • 189 - A Salamanca do Jarau
    Dec 13 2025
    ​Todos conhecem a lenda da Salamanca do Jarau. A princesa encantada que habita uma furna na pampa.
    Mas como a lenda de uma princesa árabe veio parar em plena terra gaúcha?
    Muito antes de ser lenda de galpão e assombração de cerro, a salamanca já era palavra antiga, carregada de mistério e fascínio.
    Ela nasce longe, do outro lado do oceano, num mundo de desertos, cidades muradas e batalhas travadas em nome de fé e poder. Para entender a Salamanca do Jarau, é preciso primeiro caminhar por esse chão antigo, onde mouros e cristãos disputaram a Península Ibérica durante séculos, deixando marcas que o tempo não conseguiu apagar.
    A mescla cultural desse duelo de civilizações, viajará com os ibéricos até o Rio da Prata, e vai fincar raízes na formação do próprio gaúcho.
    De maneiras que nos impressionam ainda hoje.
    Venha ouvir a história da influência moura nessa história que também é nossa.
    Venha ouvir a lenda da Salamanca do Jarau.
    ​​
    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Revisão e colaboração: Franciela Mara Córdova Ransolin
    Locução: Mario Lima

    POESIAS E MÚSICAS
    Rio Grande Encantado: A Mística Cultura Lendária
    De Sebastião Teixera Corrêa
    Por Augusto Fagundes e Confraria do Tropeiro

    Missioneiro
    De João Fontoura
    Por César Oliveira

    Teiniaguá
    De Antonio Augusto Fagundes e Leo Almeida
    Por Leo Almeida

    Olhando o Cerro do Jarau
    De Rodrigo Bauer e Mauro Moraes
    Por Ivo Fraga

    Lendas do Sul
    De Rodrigo Bauer e Joca Martins
    Por Joca Martins

    Canto do Amor Distante
    De Osmar Ransolin e Rafael Puerta
    Por Rédea Solta

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.

    Quinto Oliveira
    Bugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.
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    1 hora e 9 minutos
  • 188 - O mistério da Babitonga
    Dec 7 2025
    Há lugares na costa de Santa Catarina, que guardam fragmentos de histórias que nunca foram totalmente contadas.
    Histórias de uma época esquecida, repleta e piratas e tesouros. De mistérios e perigos.
    No extremo norte do litoral catarinense, existe um desses lugares: a Baía da Babitonga.
    Um espelho d’água tão profundo e protegido que parece obra de algum arquiteto paciente da natureza.
    No episódio de hoje, vamos singrar os mares do desconhecido, onde o real e o lendário caminham de braços dados.
    E onde cada pedra, cada rua e cada curva da baía parecem guardar algo que ainda não foi totalmente revelado.
    Venha conhecer, a história de São Francisco do Sul.
    ​​
    Produção e apresentação: Osmar Antonio do Valle Ransolin
    Revisão e colaboração: Franciela Mara Córdova Ransolin
    Locução: Mario Lima

    POESIAS E MÚSICAS
    Na vila de São Francisco
    De Osmar Ransolin
    Por Mario Lima e Confraria do Tropeiro

    Pra os rumos do mar
    De Eduardo Martins, Jaerson Martins e Nenito Sarturi
    Por Nenito Sarturi e Jaerson Martins

    Campos do litoral
    De Érlon Péricles
    Por Pirisca Grecco e Érlon Péricles

    Litorâneo
    De Chico Saga e Mario Tressoldi
    Por Flávio Jr e Índio Rufino

    Coração de Mar
    De Carlos Catuípe e Ivo Ladislau
    Por Grupo Chão de Areia

    Alma Leve de Mar
    De Romulo Chaves e Robledo Martins
    Por Jean Kirchoff

    ​TRILHAS E VINHETAS:
    Kayke Mello
    Costado para os de antigamente . Pra um versito de campo . Costado à dom Cristóvão . Ao sol da manhã . Milonga al Pajonal . Un Buenos Dias, Senõres . Un Chasque al Pueblo . Viejita Milonga . Guitarreada . Chamarrita pra um verso campeiro . Um chasque ao bolicheiro . Num trote . Rumando a Charqueada.

    Marcello Caminha Filho
    Beira da Sanga . Campesina . Litoraleña . Lumiar . Plata.

    ​​​Charlise Bandeira e Júnior Müller
    Cheiro de café . Eluarada . Esperanza . Misteriosa . Morena Faceira . Oração . Choro Campeiro . No interior . Na fazenda . Imigrantes .

    ​​Joaquim Velho
    Chamamé pra ti . Entre nós . Eu sou gaúcho . Tanto a teus pés . Milonga del camino.

    Quinto Oliveira
    Bugio . Chamamé . Chamarra . Valsa . Zamba . Candombe . Chacarera . Milonga . Milonguita . Vaneira . Bugio tropeiro . Chamamé . Chamarra campeira . Valsa de sonho . Zamba.
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    1 hora e 8 minutos