EP 157 - ENQUANTO O SAMBA NÃO MORRER
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Sobre este título
Neste episódio do Espelho de Circe, o Carnaval é observado como tecnologia espiritual do corpo.
Um tempo liminar em que o ritmo reorganiza a experiência, devolve presença e sustenta continuidade onde a vida insiste em endurecer.
A conversa percorre a história ritual do Carnaval, a pedagogia do ritmo nas culturas afro-brasileiras e o surgimento do samba como inteligência corporal do cotidiano.
Não como entretenimento.
Como ferramenta viva de regulação, permanência e ajuste sensível.
O episódio também encara o conflito que atravessa essa experiência: a perseguição histórica ao tambor, ao candomblé, ao samba e ao próprio Carnaval, sempre que o corpo educado pelo ritmo passa a escapar do controle, da culpa e da contenção permanente.
Aqui, espiritualidade é tratada como funcionamento encarnado.
Como relação entre corpo, tempo e sentido.
Como aquilo que permite viver sem se destruir por dentro.
Porque o samba não explica.
Ele mostra.
Apresentação de Andy Santos