Fim da jornada 6x1: especialista diz que há custos, mas aponta redução gradual como alternativa
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Com o avanço dos debates no Congresso sobre o fim da escala de trabalho 6x1, grupos de parlamentares propuseram a adoção de uma nova desoneração da folha de pagamento de empresas como forma de compensar o eventual aumento dos custos para os empregadores. A retomada do benefício aos setores que mais empregam é defendida pela Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo (FPE) e pela Frente Parlamentar do Livre Mercado (FPLM). A nova desoneração, porém, é considerada controversa por outras frentes que representam os setores produtivos.
Enquanto isso, um levantamento do economista Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre, aponta que trabalhadores ao redor do mundo dedicaram, em média, 42,7 horas semanais ao trabalho remunerado em 2022 e 2023 e, no mesmo período, os brasileiros registraram uma jornada média de 40,1 horas por semana. O estudo reúne dados de 160 países e cobre cerca de 97% da população global. No entanto, em entrevista à Rádio Eldorado, o autor da pesquisa destacou que o Brasil ocupa “uma posição intermediária”, a 38ª em horas trabalhadas. Ele disse que a opção pela redução da jornada é legítima, mas gera custos. Para o especialista, a desoneração também não seria a melhor solução. Ele sugere uma redução da jornada de forma gradual para alguns setores, como forma de teste.
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