A Fraude do Perdão Universal
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Sobre este título
Um mergulho na "Ética da Integridade": o episódio desafia o falso moralismo e defende que o ódio ao mal é o verdadeiro pilar da justiça, desmascarando a contradição entre dogmas religiosos de perdão universal e a realidade da indignação humana frente à atrocidade.
Fontes e Referências Filosóficas:
• Friedrich Nietzsche (Genealogia da Moral): O conceito de "Ressentimento" e a crítica à moralidade escrava, que transforma a fraqueza e a passividade em virtude e "santidade".
• Hannah Arendt (Eichmann em Jerusalém): A discussão sobre a Banalidade do Mal e a necessidade de julgamento moral rigoroso em vez de uma compreensão passiva que permite a impunidade.
•Karl Popper (O Paradoxo da Tolerância): A ideia de que a tolerância ilimitada (ou o amor/perdão indiscriminado) leva ao desaparecimento da própria tolerância se não houver firmeza contra os intolerantes e destruidores.
•Jean-Paul Sartre (O Existencialismo é um Humanismo): A ênfase na Responsabilidade Radical, onde a moralidade é definida pelas ações concretas e pela honestidade intelectual, e não por rótulos ou dogmas pré-estabelecidos.
•Freud (O Mal-estar da Civilização): A ideia de que seria injusto amar igualmente as pessoas, seria uma violência contra psique. Como amar um estranho como se amaria um filho? Quando se ama todos igualmente como o assassino e o estuprador, o verdadeiro amor deixa de ser valioso. O amor pelo meu filho ou amigo perde o valor.