Janeiro está aí, a fatura também: e agora, como organizar o dinheiro sem surtar?
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Definir janeiro em poucas palavras é fácil: pagamento de contas e impostos. IPTU, IPVA/DPVAT, matrículas e material escolar entram na lista de compromissos que pesam logo no começo do ano. Não à toa, muita gente já separa uma “fatia” do décimo terceiro salário justamente para enfrentar esse período com menos sufoco.
É também em janeiro que cresce a busca por organização financeira e controle do orçamento. Depois dos excessos das festas de fim de ano, muita gente passa a procurar formas de colocar as contas em ordem, sair do endividamento e planejar melhor os gastos. Ao mesmo tempo, aumenta o interesse por investimentos, seja na renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs, em fundos imobiliários ou até nos criptoativos, que seguem despertando curiosidade.
Essa angústia coletiva aparece até nas buscas da internet. Termos como “empréstimo”, “quitar dívidas” e “Serasa” costumam disparar no Google Trends nesta época, refletindo a corrida por soluções rápidas para os apertos financeiros que janeiro costuma escancarar. Mas afinal: dá para se organizar financeiramente depois dos gastos do fim de ano ou janeiro já nasce perdido? Vale a pena quitar dívidas antes de pensar em investir, mesmo que seja pouco dinheiro? Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta terça-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Rodrigo Schumacher, mentor financeiro, que vai ajudar a entender como atravessar janeiro sem surtar — e, quem sabe, começar o ano no azul.
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