Episódios

  • 77 – Passos de Anchieta: O Que É e História de tradicional caminhada no ES
    Apr 16 2026
    Passos de Anchieta: o Caminho de Santiago capixaba que te reconstrói De Vitória a Anchieta: 100km de orla selvagem, pedras escorregadias na Ladeira da Penitência, areia infinita na Reserva Paulo César Vinha, tretas com condomínios de luxo (MP no pé!) e comunidades que te recebem com bolinho de chuva GRÁTIS. Não é só peregrinação religiosa – é travessia bruta pra quem quer treinar pro Santiago ou encarar a primeira ultra no Brasil. No coração do litoral do Espírito Santo, uma travessia de 100 km reflete os passos do Padre José de Anchieta, o “Apóstolo do Brasil”. Os Passos de Anchieta não são apenas uma caminhada: representam uma jornada histórica, espiritual e transformadora que atrai 34 mil peregrinos anuais, impulsionando a economia local e preservando tradições capixabas. Origem Histórica: Seguindo os Rastros do Padre Anchieta Criado em 1997, o evento foi inspirado pelo Caminho de Santiago de Compostela. Dois empresários capixabas, após percorrerem a lendária rota espanhola, identificaram no roteiro original do Padre Anchieta – percorrido a pé nos últimos 10 anos de sua vida (1573-1597) – o potencial para uma peregrinação brasileira. O jesuíta, nascido nas Ilhas Canárias em 1533, chegou ao Brasil em 1553, fundou São Paulo e Rio de Janeiro, e fixou residência em Anchieta devido ao clima subtropical que aliviava sua tuberculose óssea. Incapaz de montar a cavalo, ele caminhava 15 dias entre Anchieta e Vitória para lecionar e prestar contas ao governador, evangelizando índios com teatro – sendo considerado o pai da dramaturgia brasileira. O trajeto oficial, realizado em 4 dias durante o feriado de Corpus Christi (4 a 7 de julho de 2026), cobre 100 km por Vila Velha, Guarapari e Anchieta: Dia 1 (24 km, Convento da Penha → Barra do Jucu, com a ingrime Ladeira da Penitência); Dia 2 (28 km, Setiba, pela areia da Reserva Paulo César Vinha); Dia 3 (Meaipe, costões e passarela em condomínio); Dia 4 (23 km, Anchieta). Terrenos variados – praia, trilha, pedras e falsias – testam limites físicos e emocionais. Importância Cultural e Econômica: Um “Segundo Verão” para o Litoral Além da dimensão religiosa (missas, bênçãos e congados), os Passos geram impacto perene. Comunidades abrem portas com bolinho de chuva e café grátis; escolas apresentam folclore italiano e alemão; bandas como Casaca tocam na chegada. Economicamente, é o “segundo verão”: pousadas que arriscaram nos anos 90 viraram impérios, vans de combi evoluíram para frotas de ônibus, e hotéis oferecem descontos com credencial carimbada. Setiba e Guarapari faturam com o fluxo fora de temporada alta, contrariando o inverno chuvoso. Desafios não faltam: “pipoca” (participantes sem inscrição) compromete apoios (água, fruta, massagem, paramédicos); trechos em BR e reservas exigem desvios; condomínios de luxo geraram polêmicas resolvidas via MP, com passarelas de preservação. Ainda assim, aquecimentos mensais (próximo: Setiba → Meaipe, 18/04) democratizam o acesso. ABAPA: A Guardiã da Tradição e Segurança Responsável pela organização, a Associação Brasileira dos Amigos dos Passos de Anchieta (ABAPA) garante logística impecável: passaporte carimbado (físico/digital, finalizado em quadro souvenir), pulseira identificadora, transporte de malas, ambulâncias e guias. Diretoria inclui veteranos como João Batista (trilheiro desde 2009) e Juliana Suaid (ex-coordenadora). Inscrições e pacotes self-made/guiados em bapassosdeanchieta.com.br. “Self-made sem guia é risco na reserva ou condomínio”, alerta João. A ABAPA minimiza perigos, promove impacto social e posiciona o ES como vitrine de aventura acessível. Legado: De Peregrinação a Fenômeno Nacional Em 29 edições (com pausas pandêmicas), os Passos transcendem fé: sedentários treinam com caminhadas de 10 km/semana; atletas preparam Santiago; turistas internacionais (Chile, França, Canadá) documentam a rota. É resiliência capixaba em 100 km de orla selvagem. Para 2026, programe-se: Corpus Christi chama. Contate a ABAPA e una-se à jornada que reconstrói corpo e alma. Natrilha no YouTube: Participe conosco Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok?Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie.Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais.Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Colabore com o Natrilha via chave pix: natrilhapc@gmail.com Busque o Natrilha nos agregadores: Natrilha no Deezer – Clique aqui Natrilha no Spotify – Clique aqui Grupo Telegram do Natrilha. Acesse e ...
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  • 76 – Escotismo – Histórico e como começar hoje mesmo!
    Mar 31 2026
    Escotismo: O Que É e História O escotismo transforma crianças em aventureiros autônomos através de acampamentos, patrulhas e vida ao ar livre. Primeiramente, nasceu em 1907 com Baden-Powell na Inglaterra, no acampamento Brownsea. Depois, explodiu mundialmente com 60 milhões de escoteiros em 2026 – incluindo trilhas de 500km e Jamborees globais. No Brasil, a União dos Escoteiros do Brasil concentra 250 mil membros ativos em 2 mil grupos. Porém, o escotismo enfrenta taxa de “abandono precoce” de 70% nos primeiros 2 anos – média de 18 meses até desistência por falta de grupos locais. Enquanto isso, os esportes de aventura são desafiadores por natureza. Geralmente, ocorrem ao ar livre em ambientes naturais como montanhas, rios e florestas. Assim, envolvem risco calculado e emoção intensa. Por exemplo, escalada, rapel, mountain bike, trilha longo curso e acampamento exigem habilidades técnicas específicas. Além disso, demandam equipamentos especializados para garantir segurança. Portanto, esses esportes proporcionam liberdade, conquista pessoal e conexão com a natureza. No entanto, requerem treinamento adequado antes da prática. Assim, minimizam riscos envolvidos. Hoje, iniciantes no escotismo têm opções imediatas no Brasil, mas Marlon Marochunki (escoteiro 37 anos, autor “Caminho das Araucárias”) faz um alerta crucial: “Grupos fracos matam o movimento.” Especificamente, escoteiros.org.br lista TODOS os grupos ativos por CEP. Somente então, você pode iniciar com segurança. Para isso, siga rigorosamente estas recomendações: Siga essas 6 dicas para NÃO desistir no primeiro mês: escoteiros.org.br → “Encontre um grupo” pelo seu CEP (30s). Lobinho (6-10), Escotelo (11-14), Senior (15-18), Pioneiro (18-22). 1ª reunião: vá de uniforme improvisado (camisa verde + lenço). 1ª especialidade: escolha COZINHEIRO (mais fácil, 3 tarefas). Patrulha ativa = 70% retenção (evite grupos “mortos”). Pais: EXIJA atividade mensal ao ar livre – senão, troque. Participe conosco Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok?Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie.Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais.Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Colabore com o Natrilha via chave pix: natrilhapc@gmail.com Busque o Natrilha nos agregadores: Natrilha no Deezer – Clique aqui Natrilha no Spotify – Clique aqui Grupo Telegram do Natrilha. Acesse e participe: Entrar no Grupo Telegram – Natrilha Nosso e-mail: natrilhapc@gmail.com Edição: Renan Cirilo
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    1 hora e 25 minutos
  • 75 – Wingsuit – O Esporte Mais EXTREMO (com Vanio Beatriz)
    Mar 21 2026
    Wingsuit: o voo extremo a 200km/h que mata em 4 anos? Vanio Beatriz descomplica no Natrilha Wingsuit é para todos?Qual a sensação de planar a 200km/h sobre abismos?Como checar paraquedas antes do salto fatal?Tem 4 anos de “vida útil” nesse esporte? Wingsuit: O Que É e História O wingsuit (ou “wingsuit flying”) transforma queda livre em voo planado com um traje-asa que imita asas de morcego. Primeiramente, ele nasceu do paraquedismo nos anos 70 nos EUA. Depois, explodiu mundialmente com o BASE jumping de montanhas e pontes. No Brasil, os principais polos ficam em Boituva-SP e Paraná, concentrando cerca de 170 praticantes ativos. Porém, o wingsuit ostenta a taxa de fatalidade mais alta entre esportes radicais – média de 4 anos de prática até acidente fatal. Enquanto isso, os esportes de aventura são desafiadores por natureza. Geralmente, eles ocorrem ao ar livre em ambientes naturais como montanhas, rios e florestas. Assim, envolvem risco calculado e emoção intensa. Por exemplo, escalada, rapel, rafting, paraquedismo, bungee jumping e mountain bike exigem habilidades técnicas específicas. Além disso, demandam equipamentos especializados para garantir segurança. Portanto, esses esportes proporcionam liberdade, conquista pessoal e conexão com a natureza. No entanto, requerem treinamento adequado antes da prática. Assim, minimizam riscos envolvidos. Hoje, iniciantes no wingsuit têm opções no Brasil, mas Vanio Beatriz (30 anos em turismo de aventura, Curitiba) faz um alerta crucial: pular etapas = fatal. Especificamente, escolas homologadas em Boituva exigem 200 saltos skydive prévios (categoria C). Somente então, você pode iniciar treinamento de wingsuit com segurança. Para isso, siga rigorosamente estas recomendações: Siga essas 6 dicas para NÃO morrer no primeiro voo: 200 saltos skydive (categoria C) MÍNIMO. Curso wingsuit em escola certificada (R$7k+). +200 saltos wingsuit avião antes de BASE. Checagem MANUAL: fita, pinos, vento no exit. Domine giro (10 saltos iniciais eliminam 80%). Ouça as “vozes” no precipício – desista se falar. Natrilha no YouTube: Participe conosco Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok?Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie.Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais.Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Colabore com o Natrilha via chave pix: natrilhapc@gmail.com Busque o Natrilha nos agregadores: Natrilha no Deezer – Clique aqui Natrilha no Spotify – Clique aqui Grupo Telegram do Natrilha. Acesse e participe: Entrar no Grupo Telegram – Natrilha Nosso e-mail: natrilhapc@gmail.com Edição: Renan Cirilo
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    1 hora e 14 minutos
  • 74 – Arqueria tradicional: começando com segurança
    Mar 15 2026
    1. Adrenalina demais cansa?
    2. Qual a sensação de lançar uma flecha sem mirar?
    3. Como conferir a segurança de um arco?
    4. xistem competições de arqueria?
    Alta precisão!

    Arqueria tradicional mistura caça, guerra e foco mental. Ásia puxa o renascimento (China, Mongólia, Coreia). No Brasil, escolas de tiro instintivo crescem no Sul e Sudeste.

    Os esportes de aventura são desafiadores. Eles ocorrem ao ar livre, em ambientes naturais. Envolvem risco e emoção alta. Alguns exemplos de esportes de aventura incluem escalada, rapel, rafting, paraquedismo, asa delta, bungee jumping, mountain bike, surf, skate, entre outros. Esses esportes são geralmente realizados em ambientes naturais, como montanhas, rios, praias, florestas e desertos, e podem exigir habilidades técnicas específicas e equipamentos especializados para garantir a segurança dos praticantes.

    Além disso, eles geralmente requerem treinamento e preparação adequados antes de serem praticados. Os esportes de aventura podem proporcionar aos praticantes uma sensação de liberdade, conquista pessoal, superação de limites e conexão com a natureza.

    No entanto, é importante lembrar que esses esportes também podem ser perigosos e requerem precauções e medidas de segurança adequadas para minimizar os riscos envolvidos.

    Hoje em dia, existem diversas opções de locais para praticar arqueria no Brasil, incluindo clubes, escolas tradicionais e eventos de campo/3D, regulamentados pela Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTA) e normas de segurança específicas. Para praticar arqueria com segurança, é importante seguir algumas recomendações:

    Siga essas 6 dicas para praticar seguro:

    1. Escolha clube com instrutores qualificados.
    2. Verifique libragem (25-30lb iniciante), flechas e proteções.
    3. Ajuste arco ao seu preparo físico.
    4. Aprenda postura e tiro instintivo.
    5. Use EPIs: luva, protetor de braço, óculos.
    6. Nunca pratique sozinho ou alcoolizado. Pratique assim. Aproveite a precisão sem riscos. ​

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  • Bate Volta 57 – Mitos das Trilhas EXPLODIDOS: Alho Afasta Cobra? Álcool no Frio?
    Mar 10 2026

    🚨 Você ainda acredita nesses mitos das trilhas dos avós? Gravamos ao vivo pra não perder o ritmo do Natrilha – e o resultado ficou matador! Eu e Redi destrinchamos crenças perigosas e furadas do mundo outdoor, com ciência, experiência própria e risadas garantidas. Os Mitos que Derrubamos: – Camisa com proteção UV: Vale pagar mais caro ou qualquer dry fit resolve? – Amaciar botas antes: Precisa ou botas modernas (como Vento!) são prontas pro primeiro uso? – Socar saco de dormir: Destrói fibras ou é mais prático que enrolar? (Dica: guarde arejado em casa!) – Álcool no frio: O QUE MAIS MATA na montanha – e por que é cilada! (Prefira manta térmica R$10) – Alho na meia afasta cobra: Minha avó jurava… mas expert em serpentes detonou! 😂 – Casca de banana “orgânica” na trilha: Polêmica ecológica + regra nos parques

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    Produção e Edição: Renan Cirilo Alves
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    39 minutos
  • Bate Volta 56 – Preservação das Unidades de Conservação no ES
    Mar 1 2026

    🎙️ Novo Episódio do Natrilha: A montanha é para todos? Preservação das Unidades de Conservação no ES Neste episódio Natrilha Bate Volta, Renan e Redi recebem Hugo e Walter, do Movimento pelas UCs, para discutir a importância de proteger parques estaduais como Paulo César Vinha, Itaúnas e Morro do Moreno contra projetos de concessão que priorizam exploração comercial em detrimento da natureza. Debate equilibrado sobre: História e ações do movimento (coletivo informal desde 2014, com biólogos, advogados e ambientalistas). Problemas em UCs do ES: falta de audiências públicas, planos de manejo ignorados e propostas de hotéis, tirolesas e bondinhos. Diferença entre concessões sustentáveis e “faraônicas” (ex: PEDUC, decreto 5409). Como trilheiros e aventureiros podem se engajar: abaixo-assinado e conscientização. 🎧 Ouça agora mesmo o episódio exclusivo do podcast Natrilha. Prepare-se para sentir a emoção de viajar e inspirar-se. Aperte o play e embarque nessa aventura inesquecível! 🌟 Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok? Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie. Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais. Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Produção e Edição: Renan Cirilo – www.vcnatrilha.com.br Prepare-se para aprender e explorar as melhores práticas de conservação e acondicionamento, tudo isso com o toque emocionante das aventuras ao ar livre. Aperte o play e embarque nesse conhecimento!

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  • Bate Volta 55 – A montanha é para todos?
    Feb 17 2026

    🎙️ Novo Episódio do Natrilha: A montanha é para todos? 🎧 Ouça agora mesmo o episódio exclusivo do podcast Natrilha. Prepare-se para sentir a emoção de viajar e inspirar-se. Aperte o play e embarque nessa aventura inesquecível! 🌟 Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok? Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie. Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais. Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Produção e Edição: Renan Cirilo – www.vcnatrilha.com.br Prepare-se para aprender e explorar as melhores práticas de conservação e acondicionamento, tudo isso com o toque emocionante das aventuras ao ar livre. Aperte o play e embarque nesse conhecimento!

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  • Bate Volta 54 – A remada de Parati
    Feb 8 2026

    🎙️ Novo Episódio do Natrilha: Remada em Parati! 🎧 Ouça agora mesmo o episódio exclusivo do podcast Natrilha. Prepare-se para sentir a emoção de viajar e inspirar-se. Aperte o play e embarque nessa aventura inesquecível! 🌟 Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok? Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie. Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais. Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não). Produção e Edição: Renan Cirilo – www.vcnatrilha.com.br Prepare-se para aprender e explorar as melhores práticas de conservação e acondicionamento, tudo isso com o toque emocionante das aventuras ao ar livre. Aperte o play e embarque nesse conhecimento!

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    53 minutos