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O Assunto

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De: G1
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Sobre este título

Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Natuza Nery vai conversar com especialistas, com personagens diretamente envolvidos na notícia, além de jornalistas e analistas da TV Globo, do g1, da Globonews e demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e oferecer diferentes pontos de vista sobre os assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo. O podcast O Assunto, em comemoração aos 5 anos de existência, selecionou os 10 episódios essenciais para todo ouvinte na playlist 'This Is O Assunto'. Ouça agora no Spotify: https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DXdFHK4Zrimdk2026 Globo Comunicação e Participações S.A. Política e Governo
Episódios
  • O boom da cultura latina no mundo
    Jan 9 2026
    Convidadas: Carol Prado, repórter do g1; e Isabela Boscov, jornalista e crítica de cinema. Em 2026, a cultura latino-americana deve ampliar ainda mais seu espaço no entretenimento global. A previsão é da revista britânica "The Economist", que aponta a América Latina como um dos principais motores da indústria cultural neste ano. Isso, depois de, em 2025, a música e o cinema latinos terem tido destaque no showbiz mundial. Artistas como Bad Bunny e Karol G lideram rankings globais, e empresas do setor cultural anunciam investimentos bilionários na região. Tudo impulsionado por um público numeroso, jovem e altamente conectado, que tem transformado produções locais em fenômenos internacionais. Enquanto isso, o cinema brasileiro vive um momento de maior visibilidade fora do país. ‘O Agente Secreto’ e outros quatro brasileiros estão na pré-lista do Oscar 2026. O filme de Kleber Mendonça Filho soma também recordes no Globo de Ouro: foram 3 indicações, nas categorias Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura. Neste episódio, Natuza Nery recebe a repórter do g1 Carol Prado para explicar como a música latina deixou de ser nichada e passou a protagonista mundial. Carol detalha os números deste mercado e como o movimento tem uma dimensão política. Depois, Natuza conversa com a crítica de cinema Isabela Boscov. É ela quem analisa o momento do cinema brasileiro e latino-americano e fala da importância de políticas de incentivo permanentes.
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    33 minutos
  • Neoimperialismo e o mundo em revisão
    Jan 8 2026
    Convidado: Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. No início de dezembro de 2025, os Estados Unidos anunciaram sua nova Estratégia de Segurança Nacional — um documento que redefine as prioridades da política externa americana. O texto foca menos em Oriente Médio e Europa e aponta maior atenção à América Latina, à Ásia e à disputa com a China. Um mês depois da divulgação, os EUA invadiram a Venezuela e capturaram Nicolás Maduro. Na sequência, Donald Trump voltou a reivindicar o controle sobre a Groenlândia. E, no início desta semana, o Departamento de Estado publicou uma imagem do presidente americano com os dizeres: “Este é o nosso hemisfério”. Em destaque, a palavra “nosso”. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões para explicar como a política externa americana é a peça-chave no redesenho de um novo mapa-múndi, no qual as zonas de influência importam mais do que as fronteiras nacionais – e onde as grandes potências, de acordo com a visão da Casa Branca, seriam EUA, China e Rússia. Cientista político e professor da Florida Internacional Univeristy, Casarões responde como ficam as influências de China e Rússia (na Ásia, Europa e América Latina) e o status da Europa e do Oriente Médio. Ele também analisa a situação das potências regionais, caso do Japão, da Índia e do Brasil.
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    37 minutos
  • Petróleo: o interesse de Trump na Venezuela
    Jan 7 2026
    Convidado: David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo e prof. do Instituto de Energia da PUC-Rio. A Venezuela concentra hoje cerca de 17% de todas as reservas de petróleo conhecidas do mundo, segundo a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) — mais do que qualquer outro país. Essa abundância sempre atraiu interesses externos e moldou decisões internas de governos venezuelanos. A produção local, que chegou a ser de 3,7 milhões de barris em 1970, despencou e hoje mal chega a 1 milhão de barris diários. Desde a ascensão do chavismo, com Hugo Chávez e nos últimos anos com o ditador Nicolás Maduro, as multinacionais foram afastadas e a exploração ficou concentrada na estatal PDVSA. É nesse cenário de declínio que Donald Trump ancora o argumento para justificar sua ofensiva na Venezuela. Em seu discurso após a captura de Maduro, Trump falou 18 vezes a palavra petróleo. Para o presidente dos EUA, a indústria petrolífera venezuelana precisa ser retomada — desta vez, sob comando americano. Neste episódio, Natuza Nery conversa com David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e professor do Instituto de Energia da PUC-Rio. Ele relembra a ascensão da Venezuela como potência exploradora de petróleo e explica por que as reservas históricas do país não se converteram em riqueza para a população venezuelana. Por fim, Zylbersztajn analisa o que pode acontecer com o preço do petróleo em meio à deposição de Maduro e às incertezas sobre o futuro político do país caribenho.
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    33 minutos
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