O cachorro na Idade Média
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Sobre este título
O episódio examina o papel multifacetado dos cães na Idade Média, destacando que esses animais não eram apenas mascotes, mas componentes vitais da estrutura social e econômica. Enquanto para os plebeus o cachorro servia como uma ferramenta essencial de guarda e pastoreio, na aristocracia ele representava status e prestígio, sendo central para a cultura técnica das caçadas. A análise esclarece que as distinções de raça eram secundárias em relação à função prática, variando conforme o contexto jurídico e moral de cada classe. Além da utilidade, o cão ocupava um espaço ambivalente no imaginário religioso, simbolizando tanto a fidelidade cristã quanto a impureza pecaminosa. O autor conclui que observar a interação entre humanos e caninos permite uma compreensão mais profunda do cotidiano medieval, livre de estereótipos simplistas.