Por que Kleber Mendonça Filho NÃO É brechtiano? (e Eduardo Coutinho é)
Falha ao colocar no Carrinho.
Tente novamente mais tarde
Falha ao adicionar à Lista de Desejos.
Tente novamente mais tarde
Falha ao remover da Lista de Desejos
Tente novamente mais tarde
Falha ao adicionar à Biblioteca
Tente outra vez
Falha ao seguir podcast
Tente outra vez
Falha ao parar de seguir podcast
Tente outra vez
-
Narrado por:
-
De:
Sobre este título
O ator não É o personagem. O ator CITA o personagem.
Essa é a revolução brechtiana: distanciamento, desnaturalização, fazer pensar. Mas e o cinema? Como o gesto brechtiano opera na tela?
Neste episódio, analiso:
→ Por que Kleber Mendonça Filho (O Agente Secreto) NÃO é brechtiano
→ O que Eduardo Coutinho faz que é radicalmente diferente
→ Gesto, distanciamento e intercessores no cinema brasileiro
→ Virginia Woolf, Shantal Akerman, Deleuze e o corpo que pensa
Leia o ensaio completo "O diferentão do sistema" no Substack O Abertinho.
Conheça o curso Estética da Dependência em ead.aengenhoca.com
---
Um podcast sobre cinema, literatura e pensamento crítico.
Instagram: @oabertinho
Substack: O Abertinho
Ainda não há avaliações