Tarcísio destina mais verbas ao PT / Flávio planeja Nikolas em MG
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (02):
O Congresso Nacional retomou os trabalhos legislativos em 2026 com uma abertura protocolar e um ano encurtado pelas eleições. Entre as prioridades estão o debate sobre o fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública, a regulamentação da inteligência artificial e pedidos de novas CPIs, incluindo o caso Banco Master.
Na abertura do ano judiciário de 2026, o presidente do STF, Edson Fachin, voltou a defender a criação de um código de conduta para os ministros. O discurso teve tom firme, com recados sobre limites, transparência e legitimidade da Corte.
A Justiça de São Paulo condenou Pablo Marçal a pagar R$ 100 mil ao deputado Guilherme Boulos por disseminação de informações falsas durante a disputa pela Prefeitura da capital em 2024. Ainda cabe recurso da decisão.
O deputado Rodrigo Rollemberg protocolou pedido de CPI para investigar o caso Banco Master, com 201 assinaturas na Câmara. A comissão pretende apurar operações bilionárias envolvendo títulos sem lastro e o uso de recursos públicos do BRB.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avalia lançar o deputado federal Nikolas Ferreira ao governo de Minas Gerais em 2026, em articulação com partidos do Centrão. A movimentação depende da posição do governador Romeu Zema, cotado para compor a chapa presidencial, e é vista como estratégica para garantir um palanque forte no segundo maior colégio eleitoral do país.
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, cravou que Romeu Zema não será vice de ninguém em 2026. Segundo ele, o governador de Minas disputará a Presidência e o partido trabalha para consolidar um projeto próprio no primeiro turno.
O Republicanos entra em 2026 dividido entre apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ou preservar a relação com o governo Lula. O impasse reflete disputas regionais e estratégias eleitorais, enquanto o PSD de Gilberto Kassab libera palanques nos estados e mira ampliar sua bancada no Congresso.
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