Bruno Beloti
AUTOR

Bruno Beloti

Nascido no caos da capital, hoje escreve no silêncio das montanhas.

Bruno Beloti nasceu em São Paulo, em 1980, e sempre encontrou na escrita uma forma de traduzir o mundo. Servidor público estadual por profissão, escritor por inevitabilidade, divide seus dias entre protocolos terrestres e universos imaginários.

Escreveu seu primeiro livro em 2004, um relato pessoal que circulou de mão em mão pela internet daquele tempo e chegou a muito mais gente do que ele esperava. Vinte anos depois, a história voltou revisada e com um epílogo inédito, sob o título Deixa a Luz Acesa, a história que um dia se chamou Os Empreendedores.

Estreou na literatura infantojuvenil com Charlie Gliese e o Planeta Terra, primeiro volume de uma pentalogia de ficção científica nascida de uma visão de três sóis em 2013, uma lembrança de que aquilo que nos atravessa pode se transformar em narrativa. Em 2026, a saga ganhou edições em inglês e em espanhol do primeiro volume, chegou ao segundo, Charlie Gliese e a Estrela Solitária, e ganhou um livro complementar, O Té: O livro sagrado de Gliese.

Em Manual para Desaparecer, acompanha uma garota que transformou a arte de passar despercebida em método, até a vida colocar cada uma de suas regras à prova, num romance sobre crescer, pertencer e descobrir que nem tudo pode ser previsto. Já em A Ilha de Yretama, um menino de doze anos acorda numa ilha onde os bichos falam e precisa entender por que foi parar ali, numa história sobre medo, amizade e o caminho de volta para casa.

Sua escrita, marcada por uma lente neurodivergente, transita também pelo conto e acumula prêmios no Brasil e em Portugal. No Brasil, conquistou o primeiro lugar no Prêmio Nacional Poiesis de Literatura, com "Onde o Mundo Rasga"; no Prêmio Literário Outono em Vários Tons, com "O Último Dia da Rua das Mangueiras"; e no 1º Prêmio Um Frame de Literatura, com "O Espaço Entre Dois Quadros". Foi premiado também no 5º Concurso Literário Município de Carlos Barbosa, com "Os Biscoitos Redondos à Esquerda", e conquistou o terceiro lugar no 4º Prêmio Jundiaí de Literatura, com "Quatorze". Em Portugal, foi premiado no Prémio Literário Padre José Júlio Esteves Pinheiro, com "A Última Pedra do Caminho", e conquistou o primeiro lugar no Prémio Literário LUZIA, com "O Lugar Vazio". Seus contos também integram antologias de ficção científica, terror e fantasia.

Hoje vive em Serra Negra, onde continua expandindo o universo de Gliese e escrevendo sobre pertencimento, escolha, liberdade e tudo aquilo que acontece quando pessoas muito diferentes tentam encontrar seu lugar no mundo.

Acompanhe a jornada: @brubeloti
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