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A Beleza das Pequenas Coisas

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De: Expresso
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Sobre este título

Conversas conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida. Ou tão simples como ela pode ser2026 Expresso Ciências Sociais
Episódios
  • Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
    Feb 28 2026

    Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras.

    Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora.

    A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto.

    Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas!

    Músicas:

    “Waltzing Matilda”, de Tom Waits

    “Vai Passar”, de Chico Buarque

    “Lá Vai Lisboa”, por Carminho

    “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone

    Leituras:

    Poemas de Sophia

    Carta do pai (excerto)

    Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto

    Filmes:

    “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes)

    “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque)

    “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro)

    Teatro:

    “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto.

    Livros:

    “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato

    “A Louca da Casa”, de Rosa Montero

    Série:

    "A Diplomata", Netflix

    Espetáculo:

    Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho.

    Exposição:

    Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva

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    1 hora
  • Margarida Vila-Nova (parte 1): “Gosto muito de representar. A arte tem a capacidade de criar diálogo e de nos calçar os sapatos do outro. Enquanto houver diálogo há esperança”
    Feb 27 2026

    Começou por se afirmar como protagonista de novelas, mas em 2011 sentiu-se esgotada e decidiu ir viver 3 anos com a família para Macau onde trabalhou como merceeira. Voltou mais madura e, na última década, tem revelado a portentosa atriz que é em séries, no cinema e agora no teatro. Afirma que acaba de subir a montanha profissional mais difícil da sua vida. Refere-se ao monólogo “À Primeira Vista”, de Suzie Miller, com encenação de Tiago Guedes, que representa há mais de um ano, sempre com sala cheia. Uma peça que conta uma história de abuso sexual, a refletir sobre o lado perverso dos bastidores da Justiça. É este o ponto de partida desta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.

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    1 hora e 11 minutos
  • Isabel do Carmo (parte 2): “Continuo a dar consultas aos 85 anos porque adoro ouvir histórias de vida, são fontes de sabedoria, e gosto mesmo de ajudar os outros”
    Feb 21 2026

    Nesta segunda parte da conversa com a médica e ativista antifascista Isabel do Carmo ficamos a saber de onde veio a sua escolha e impulso para combater o antigo regime e o medo, dá conta de quem era o suporte do fascismo e responde à questão se a ideia de liberdade serve acima de tudo uma elite.

    Ainda nesta segunda parte, Isabel do Carmo aponta para o futuro e para o caminho que considera melhor para o país, para mais igualdade e liberdade. É possível uma utopia coletiva onde os desejos e a criatividade individual impere? Como podemos cuidar de nós e uns dos outros nestes tempos tão difíceis para continuarmos a lutar por um país mais justo e mais livre e mais democrático?

    Isabel responde e revela o que a leva a não querer abrandar e a ter o consultório aberto aos 85 anos. E ainda lê um excerto do seu livro “Puta de Prisão”, sobre as vidas das prostitutas que conheceu atrás das grades, e lê também um livro de sonetos de Florbela Espanca.

    Depois fala dos seus amores do passado e de sempre, partilha algumas das músicas que a acompanham e os seus atuais pequenos grandes prazeres.

    Boas escutas!

    Leitura:

    “Puta de Prisão”, de Isabel do Carmo e Fernanda Fráguas, pela D. Quixote.
    Sonetos, de Florbela Espanca

    Músicas:

    “Araucária” - Aldina Duarte (letra de Capicua - álbum "Metade Metade")
    “Esperança“ - Teresa Salgueiro (álbum "Horizonte")
    “Cantiga d'um marginal do séc. XIX” - Vitorino e Manuel João Vieira (Novo álbum de Vitorino - “50 anos a semear salsa ao Reguinho”)
    “Les temps des cerises” - Yves Montand

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    1 hora e 34 minutos
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