Episódios

  • Com estreia de apresentador no podcast, chegamos em Franz Schubert com a Sinfonia nº 9 em Dó maior, “A GRANDE"
    Feb 28 2026

    Franz Schubert compôs sua Sinfonia nº 9 em Dó maior, conhecida como “A Grande” (Grosse C-Dur), entre 1825 e 1826, durante uma fase de relativa prosperidade. Ele viajava pela Áustria acompanhado do barítono Michael Vogl, intérprete de seus lieder, e finalmente começava a conquistar reconhecimento e estabilidade financeira.

    O apelido “A Grande” surgiu para distingui-la da Sinfonia nº 6 em Dó maior, chamada de “Pequena” (Kleine C-Dur). Mas o título também reflete sua escala monumental: a obra dura cerca de uma hora, rivalizando em extensão com a Nona de Beethoven, que Schubert havia assistido em 1824 e que o inspirou profundamente.

    Apesar de concluída em 1826, a sinfonia não foi executada em vida do compositor. O manuscrito permaneceu guardado até ser descoberto em 1838 por Robert Schumann, que o encontrou entre os papéis de Ferdinand, irmão de Schubert. Schumann ficou impressionado e levou a partitura a Leipzig, onde Felix Mendelssohn estreou a obra em 1839. Porém, preocupado com a resistência do público, Mendelssohn apresentou apenas parte da sinfonia. A execução integral só se consolidaria décadas depois, quando os músicos já estavam preparados para enfrentar sua extensão e complexidade.

    Apresentado por Aarão Barreto (em sua estreia) com Aroldo Glomb na bancada

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    2 horas e 1 minuto
  • Stéphan Elmas e o Concerto para Piano n.º 1 em Sol menor (1882)
    Feb 19 2026

    Stéphan Elmas (1862–1937) foi um pianista e compositor armênio que viveu boa parte de sua vida na Europa. Considerado um prodígio do piano, estudou em Viena e foi fortemente influenciado pelo romantismo tardio, especialmente por Chopin, Liszt e Schumann. Sua carreira foi marcada por um estilo lírico e melódico, com grande ênfase na expressividade pianística. Apesar de ter perdido a audição em consequência de uma doença, continuou compondo e deixou um legado significativo, ainda que pouco conhecido fora de círculos especializados.

    O Concerto para Piano n.º 1 em Sol menor, composto em 1882, é uma obra típica do romantismo tardio, estruturada em três movimentos. A peça combina virtuosismo pianístico com uma escrita orquestral rica, revelando tanto a herança vienense quanto a sensibilidade melódica armênia de Elmas.

    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    1 hora e 32 minutos
  • Trompetes na virada do barroco: o genial Johann Friedrich Fasch precisa ser descoberto
    Feb 14 2026

    Dois concertos arrebatadores de Johann Friedrich Fasch, compositor que viveu na fronteira entre o Barroco e o nascimento do Classicismo. Aqui, o som não é apenas música — é poder, cerimônia e ousadia sonora.

    No Concerto para Trompete em Ré maior (FaWV L:D1), Fasch explora o trompete natural em todo o seu esplendor. Nada de válvulas — apenas técnica, ar e virtuosismo no registro clarino. A estrutura tradicional em três movimentos (Allegro – Largo – Allegro) ganha vida com diálogos vibrantes entre solista e cordas, um movimento lento de solenidade contida e um final dançante que exala energia cortesã. É música pensada para impressionar.

    Já o Concerto para 3 Trompetes em Ré maior (FaWV L:D3) eleva o espetáculo. Três trompetes barrocos, tímpanos, oboés e cordas criam uma atmosfera quase arquitetônica de som. O primeiro Allegro abre como uma cerimônia real em pleno auge. O Andante traz contraste e refinamento. O último movimento devolve o brilho com força rítmica e imponência. Não é difícil imaginar salões germânicos ecoando essa sonoridade majestosa.

    Fasch, contemporâneo e admirado por gigantes como Johann Sebastian Bach e Georg Philipp Telemann, foi Kapellmeister em Zerbst a partir de 1722, responsável por fornecer música para eventos religiosos e políticos. Sua escrita para metais revela acesso a trompetistas virtuosos — figuras altamente prestigiadas nas cortes alemãs.

    Mais do que compositor de ocasião, Fasch foi um arquiteto da transição estilística que abriria caminho para Joseph Haydn e Wolfgang Amadeus Mozart. Sua música carrega o DNA do Barroco tardio, mas já aponta para uma estética mais leve, clara e galante.

    #JohannFriedrichFasch #ConcertoBarroco #TrompeteBarroco #MusicaClassica #BarrocoTardio #HistoriaDaMusica #AnaliseMusical #ConcertoParaTrompete #MusicaInstrumental #PodcastMusical

    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    1 hora e 2 minutos
  • African Suite, de Fela Sowande, colocou a Nigéria nas ondas da BBC durante a Segunda Guerra Mundial
    Feb 7 2026

    Hoje vamos falar sobre um compositor que, embora não esteja sempre no centro do repertório clássico mais popular, merece um lugar entre os grandes inovadores do século XX.

    O nome dele é Fela Sowande, frequentemente chamado de “o pai da música erudita nigeriana moderna”.

    E a obra que nos guia hoje é a sua African Suite, composta em 1944, em plena Segunda Guerra Mundial, para ser transmitida da BBC de Londres para ouvintes da África Ocidental.

    OS MOVIMENTOS DA AFRICAN SUITE

    A gravação mais famosa apresenta as seguintes durações aproximadas:

    – Joyful Day (7:06)

    – Nostalgia (3:56)

    – Onipe (2:53)

    – Lullaby (6:39)

    – Akinla (3:39)


    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    1 hora e 29 minutos
  • Faltou uma mão, mas sobrou música: o concerto mais ousado de Ravel
    Jan 31 2026

    Como um compositor perfeccionista, elegante e levemente teimoso transformou uma limitação física em uma das obras mais intensas do século XX?
    Neste episódio, mergulhamos no Concerto para Piano em Ré Maior para a Mão Esquerda, de Maurice Ravel — uma peça que soa como se fosse tocada por dez mãos, mas nasce inteira de apenas uma.

    Aqui, a gente passeia pela vida nada convencional de Ravel, seu humor afiado, suas frustrações no Conservatório de Paris e o impacto profundo da Primeira Guerra Mundial em sua música. Depois, entramos de cabeça na obra: da introdução sombria digna de filme noir ao final explosivo com ecos de jazz, passando por momentos de lirismo elegante e ironia sonora.

    O episódio destrincha as quatro grandes seções internas do concerto, explica como Ravel cria a ilusão sonora da “mão invisível” e mostra por que essa obra vai muito além de um desafio técnico. É música como narrativa, arquitetura e comentário histórico — tudo ao mesmo tempo.

    Se você gosta de música clássica explicada sem pedantismo, com contexto histórico, análise acessível e uma pitada de humor inteligente, este episódio é para você.
    Coloque os fones, respire fundo e descubra como uma única mão pode carregar um universo inteiro de som.

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    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    52 minutos
  • La Noche de los Mayas: o ritual sonoro de Silvestre Revueltas é uma porrada sonora!
    Jan 24 2026

    La Noche de los Mayas, uma das obras mais intensas e hipnóticas do século XX? Sim, e é do México! Composta por Silvestre Revueltas a partir de uma trilha sonora cinematográfica, essa suíte orquestral transforma a noite em personagem principal: ancestral, caótica, festiva e ritualística.

    Ao longo do episódio, exploramos cada um dos quatro movimentos — da solenidade sombria inicial ao transe percussivo final — revelando como Revueltas rompe com o nacionalismo folclórico tradicional e cria uma música visceral, cheia de ritmo, tensão e identidade latino-americana. Falamos também da origem cinematográfica da obra, da adaptação para concerto e do famoso último movimento, que torna cada execução única.

    Um convite para ouvir a música de concerto como experiência viva, quase física, onde história, cinema e ritual se encontram no escuro da sala de concerto.

    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    1 hora e 31 minutos
  • Segunda Sinfonia, do português Luís de Freitas Branco, é um documento espiritual
    Jan 17 2026

    Este episódio mergulha na mente e na sensibilidade deLuís de Freitas Branco, um dos grandes arquitetos da música erudita portuguesa do século XX, a partir de uma de suas obras mais profundas e enigmáticas: a Segunda Sinfonia.A conversa começa na infância do compositor, numa casa onde a música era pensamento, debate e forma de compreender o mundo, e segue até a maturidade estética que se revela numa sinfonia marcada por introspecção, tensão filosófica e refinamento orquestral.

    Ao longo do episódio, a obra é apresentada como uma viagem interior: cada movimento surge como um estado psicológico distinto, costurando silêncio, expectativa, conflito e síntese. Não se trata apenas de ouvir música, mas de entender como vida, formação intelectual e contexto histórico moldaram uma linguagem sonora que foge do óbvio e convida à escuta atenta. Um episódio para quem gosta de música clássica, história cultural e das ideias que vivem escondidas entre as notas.


    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    1 hora e 37 minutos
  • Carl Stamitz e o Piano Concerto em Fá maior: música clássica que encanta até hoje
    Jan 10 2026


    Você já imaginou como seria viver em Mannheim no século XVIII? Muito além de uma cidade alemã moderna, Mannheim foi o berço de uma revolução musical: a famosa Escola de Mannheim, que mudou para sempre o estilo clássico com crescendos dramáticos, contrastes dinâmicos e uma sonoridade vibrante que conquistou a Europa.

    É nesse cenário que surge Carl Philipp Stamitz, filho de Johann Stamitz, fundador da Escola de Mannheim. Diferente de Mozart ou Haydn, Carl seguiu o caminho do artista independente, viajando por cidades como Paris, Londres e Amsterdã, levando sua música e talento como violinista, violista e compositor prolífico.

    Entre suas mais de 50 obras, uma se destaca: o Piano Concerto em Fá maior, composto por volta de 1795. Chamado por alguns de “Easy Piano Concerto”, ele é leve e acessível, mas cheio de charme e energia. Uma obra que une simplicidade melódica com a força contagiante do estilo Mannheim.

    No podcast de hoje, você vai descobrir:

    • Como Stamitz ajudou a consolidar o clarinete no repertório clássico.

    • Por que sua música influenciou diretamente Mozart.

    • O que torna o Concerto em Fá maior tão especial, com seus três movimentos cheios de personalidade — do elegante Allegro ao lírico Adagio, até o festivo Rondo.

    Prepare-se para mergulhar em uma viagem sonora que conecta história, emoção e inovação. Dê o play e deixe-se envolver pela genialidade de Carl Stamitz!

    Apresentado por Aroldo Glomb com Aarão Barreto na bancada.

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    1 hora e 11 minutos