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A Psicóloga Cinthia Cruz e o Gerente de Software Bruno De Mauro falam sobre Comportamento Humano, Saúde Mental, Vida, Relacionamentos, Psicologia, Evolução Pessoal e Professional. Venha ouvir a nossa CorajosaMente. Episódio novo nas quartas!CorajosaMente Podcast Higiene e Vida Saudável
Episódios
  • Você Tem Molho? O Que Nos Atrai nas Pessoas E146
    Mar 25 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, mergulhamos de cabeça nessa expressão tão brasileira e tão gostosa: o molho. Falamos sobre o que é esse magnetismo pessoal que algumas pessoas têm e que faz a gente querer ficar perto, a sensualidade que vai muito além do físico, a sagacidade, o sorriso que desarma, o rebolado e tudo mais que entra nesse caldeirão do borogodó. Debatemos o que faz um molho ser bom, o que azeda, como a insegurança e a seriedade travada, e também lembramos que andar com pessoas de molho bom potencializa o nosso próprio sabor na vida.Nós também viramos o espelho para nós mesmos e refletimos sobre qual é o nosso próprio molho: o que entregamos para o mundo, o que escondemos na tapuera do fundo da geladeira e como fazer as pazes com quem somos é o primeiro passo para o molho aparecer naturalmente. Do macarrão sem molho ao trufado, do Pulp Fiction ao Hamnet, passamos por referências deliciosas enquanto discutimos autenticidade, autoconhecimento e conexão humana. Aquela conversa que deixa gostinho de quero mais.Episódio RelacionadoEntre a validação e o conflito E145Pessoas MencionadasWagner MouraClovis de BarrosLazaro RamosDicasPulp Fiction Os 8 OdiadosFilmes do Almodovar HamnetCapítulos0:00:00 - Introdução: Wagner Moura, Oscar e o papo de molho0:01:17 - O que é "ter molho"? A cultura brasileira de saborear pessoas0:03:25 - Macarrão sem molho não tem graça: a metáfora do borogodó0:04:51 - A evolução do paladar: do molho vermelho ao trufado0:06:13 - Paladar infantil e o impacto das pessoas que nos rodeiam0:07:00 - O molho do amigo: quando o brilho do outro potencializa o seu0:08:05 - O caldeirão do molho: o que faz uma pessoa ser irresistível?0:09:04 - Sensualidade vai além do físico: o jeito de ser, sorrir e ocupar espaço0:10:07 - O que azeda o molho: insegurança, seriedade travada e molho escondido0:13:29 - O molho na tapuera: quando a gente esconde quem é por medo0:15:25 - Sagacidade, perspicácia e o sorriso que desarma0:15:48 - O molho brasileiro: sorriso acolhedor, alegria e espontaneidade0:17:12 - Pimenta e acidez: ter um pé na realidade como parte do molho0:20:37 - O rebolado importa: o molho também é corporal e físico0:22:41 - Qual é o seu molho? Identificando o que você leva para o banquete da vida0:29:04 - Molho mé: as pessoas do meio-termo e o que fazer com elas0:31:32 - Autenticidade como base: fazer as pazes consigo mesmo faz o molho vir0:34:10 - Memórias de molho: pessoas que marcaram (e as que não deixaram sabor)0:37:16 - Será que dá pra desazedar o molho? Reflexão sobre mudança e autopercepção0:39:45 - Dicas e filmes com molho: Pulp Fiction, Tarantino, Almodóvar e Hábit0:45:39 - Encerramento: comentários, carinho e um brinde a uma vida mais saborosaContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠
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    47 minutos
  • Entre a validação e o conflito E145
    Mar 11 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos num tema que é desconfortável para quase todo mundo: como lidamos quando alguém discorda da gente, e por que isso dói tanto. Nós exploramos como as bolhas de validação nas redes sociais nos tornam cada vez menos preparados para lidar com opiniões diferentes, e como a ausência de fricção pode impedir nosso crescimento real. Também trouxemos a neurociência por trás disso: por que ser contestado, na dose certa, cria novos caminhos neurais e nos torna pessoas mais completas.No segundo bloco, nós compartilhamos histórias pessoais sobre reatividade, ego fragilizado e os momentos em que a crítica bate justamente nas nossas inseguranças mais profundas. Falamos sobre a diferença entre discordância como ataque pessoal versus discordância como ferramenta de crescimento, sobre como aprender a dar e receber feedback honesto, e por que às vezes dizer a verdade ao outro é um ato de amor. Encerramos com dicas de filmes e um livro que dialogam lindamente com o tema de hoje.RelacionadosFracasso no planejamento sucesso no improviso E142O que é ser homem sem se perder no caminho E143Você merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo!DicasHamnetO filho de mil homensClube da LutaLivroA coragem de ser imperfeitoCapítulos0:00:00 — Abertura e desabafo: o mundo em 2026 e a energia do episódio0:01:30 — Apresentação do tema: concordar, discordar e as bolhas de validação0:03:40 — Por que a gente se cerca só de quem concorda com a gente0:05:00 — Crítico interno, síndrome do impostor e a anestesia do elogio0:05:25 — Sem fricção não há crescimento: o papel do atrito no desenvolvimento0:06:32 — Neurociência da contestação: como novos caminhos neurais se formam0:07:52 — Crescer em ambientes hostis e a reatividade como padrão aprendido0:09:00 — Positividade tóxica: quando só o positivo também faz mal0:09:53 — Como ouvir com empatia mesmo discordando: a postura de validar primeiro0:11:37 — A infância e o trabalho: onde aprendemos (ou não) a discordar0:13:35 — Discordância não é ataque pessoal: separando opinião de identidade0:15:36 — Autoestima e a liberdade de não precisar de validação externa0:16:51 — O ego fragilizado e a cena de "Um Gênio Indomável"0:18:57 — Quando brigar é necessário: direitos, escala 6x1 e limites saudáveis0:20:11 — Criar ambientes seguros para a crítica: oficinas e contextos de feedback0:22:36 — História real: o feedback que veio endereçado errado e o que ele ensinou0:25:07 — "Quando você não diz a verdade, impede o outro de decidir": a frase do terapeuta0:26:15 — O desafio de quem ocupa lugar de autoridade e recebe discordância0:29:28 — A ignorância e a certeza: quando não saber nada te dá convicção absoluta0:32:16 — Conclusão: melhore, ouça a si mesmo e entenda o que vale a pena discutir0:34:06 — Recado especial e carinho para ouvintes fiéis0:34:54 — Dicas de filmes: Humanist Vampire e O Filho de 1000 Homens0:36:08 — Dica de livro: A Coragem de Ser Imperfeito, de Brené Brown0:37:13 — EncerramentoContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@...
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    38 minutos
  • Quando a crítica do outro encontra a nossa insegurança E144
    Feb 25 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós conversamos sobre aquele incômodo que atravessa o corpo quando alguém nos critica, ou quando percebemos que a pessoa tem uma imagem de nós que não é a que gostaríamos. Nós exploramos por que isso pode gerar raiva, vergonha, vontade de se defender ou de se recolher, e como esse “toque” do outro encontra pontos sensíveis que já existiam por dentro.Ao longo da conversa, nós mostramos como esse impacto pode ser entendido por diferentes lentes (como ideal de eu, crítico interno, transferência, crenças centrais e pensamentos automáticos) e por que algumas pessoas ou contextos ativam gatilhos muito mais fortes. Nós fechamos com caminhos práticos para regular as emoções, diferenciar discordância de rejeição e transformar reatividade em curiosidade, usando a crítica como bússola de autoconhecimento, não como sentença.Episódio RelacionadoO que é ser homem sem se perder no caminho E143DicasGenio indomavelO Filho de Mil HomensHamnet Capítulos00:00 Abertura pós-carnaval e clima de férias01:38 O incômodo da crítica e da imagem que fazem de nós02:21 “Por que isso me incomoda tanto?” (a pergunta que se repete)03:11 Ideal de eu e o instinto de se defender03:40 O crítico interno: quando já tem uma voz cobrando por dentro04:16 O encontro doloroso: crítica de fora + insegurança de dentro04:36 Transferência: às vezes não é sobre “a pessoa de hoje”05:20 Um gatilho no trabalho e o “eu adolescente” aparecendo06:54 Inferioridade, hierarquia e autoridade: por que pega diferente09:02 Crenças centrais e pensamentos automáticos10:33 Distorções cognitivas e “leitura mental” do que o outro pensa12:36 Quando está resolvido, não pega: um exemplo no cinema14:30 Regulação emocional: crítica construtiva x ataque15:01 Discordância não é rejeição: desfazendo um nó comum17:35 Segurança interna vs fragilidade: refletir ou levantar defesa19:12 Por que algumas pessoas incomodam mais que outras20:03 Amor e vínculo: quando a crítica ativa histórias antigas24:21 Preconceitos: reconhecer sem se limitar27:04 Trocar reatividade por curiosidade: um treino transformador33:24 E quando nós incomodamos alguém sem querer?35:01 Dicas culturais + convite para interagir e encerramentoContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Photo: Christopher Ott
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    37 minutos
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