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  • Você Tem Molho? O Que Nos Atrai nas Pessoas E146
    Mar 25 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, mergulhamos de cabeça nessa expressão tão brasileira e tão gostosa: o molho. Falamos sobre o que é esse magnetismo pessoal que algumas pessoas têm e que faz a gente querer ficar perto, a sensualidade que vai muito além do físico, a sagacidade, o sorriso que desarma, o rebolado e tudo mais que entra nesse caldeirão do borogodó. Debatemos o que faz um molho ser bom, o que azeda, como a insegurança e a seriedade travada, e também lembramos que andar com pessoas de molho bom potencializa o nosso próprio sabor na vida.Nós também viramos o espelho para nós mesmos e refletimos sobre qual é o nosso próprio molho: o que entregamos para o mundo, o que escondemos na tapuera do fundo da geladeira e como fazer as pazes com quem somos é o primeiro passo para o molho aparecer naturalmente. Do macarrão sem molho ao trufado, do Pulp Fiction ao Hamnet, passamos por referências deliciosas enquanto discutimos autenticidade, autoconhecimento e conexão humana. Aquela conversa que deixa gostinho de quero mais.Episódio RelacionadoEntre a validação e o conflito E145Pessoas MencionadasWagner MouraClovis de BarrosLazaro RamosDicasPulp Fiction Os 8 OdiadosFilmes do Almodovar HamnetCapítulos0:00:00 - Introdução: Wagner Moura, Oscar e o papo de molho0:01:17 - O que é "ter molho"? A cultura brasileira de saborear pessoas0:03:25 - Macarrão sem molho não tem graça: a metáfora do borogodó0:04:51 - A evolução do paladar: do molho vermelho ao trufado0:06:13 - Paladar infantil e o impacto das pessoas que nos rodeiam0:07:00 - O molho do amigo: quando o brilho do outro potencializa o seu0:08:05 - O caldeirão do molho: o que faz uma pessoa ser irresistível?0:09:04 - Sensualidade vai além do físico: o jeito de ser, sorrir e ocupar espaço0:10:07 - O que azeda o molho: insegurança, seriedade travada e molho escondido0:13:29 - O molho na tapuera: quando a gente esconde quem é por medo0:15:25 - Sagacidade, perspicácia e o sorriso que desarma0:15:48 - O molho brasileiro: sorriso acolhedor, alegria e espontaneidade0:17:12 - Pimenta e acidez: ter um pé na realidade como parte do molho0:20:37 - O rebolado importa: o molho também é corporal e físico0:22:41 - Qual é o seu molho? Identificando o que você leva para o banquete da vida0:29:04 - Molho mé: as pessoas do meio-termo e o que fazer com elas0:31:32 - Autenticidade como base: fazer as pazes consigo mesmo faz o molho vir0:34:10 - Memórias de molho: pessoas que marcaram (e as que não deixaram sabor)0:37:16 - Será que dá pra desazedar o molho? Reflexão sobre mudança e autopercepção0:39:45 - Dicas e filmes com molho: Pulp Fiction, Tarantino, Almodóvar e Hábit0:45:39 - Encerramento: comentários, carinho e um brinde a uma vida mais saborosaContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠
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    47 minutos
  • Entre a validação e o conflito E145
    Mar 11 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos num tema que é desconfortável para quase todo mundo: como lidamos quando alguém discorda da gente, e por que isso dói tanto. Nós exploramos como as bolhas de validação nas redes sociais nos tornam cada vez menos preparados para lidar com opiniões diferentes, e como a ausência de fricção pode impedir nosso crescimento real. Também trouxemos a neurociência por trás disso: por que ser contestado, na dose certa, cria novos caminhos neurais e nos torna pessoas mais completas.No segundo bloco, nós compartilhamos histórias pessoais sobre reatividade, ego fragilizado e os momentos em que a crítica bate justamente nas nossas inseguranças mais profundas. Falamos sobre a diferença entre discordância como ataque pessoal versus discordância como ferramenta de crescimento, sobre como aprender a dar e receber feedback honesto, e por que às vezes dizer a verdade ao outro é um ato de amor. Encerramos com dicas de filmes e um livro que dialogam lindamente com o tema de hoje.RelacionadosFracasso no planejamento sucesso no improviso E142O que é ser homem sem se perder no caminho E143Você merece afeto, você merece amor, você merece muito isso tudo!DicasHamnetO filho de mil homensClube da LutaLivroA coragem de ser imperfeitoCapítulos0:00:00 — Abertura e desabafo: o mundo em 2026 e a energia do episódio0:01:30 — Apresentação do tema: concordar, discordar e as bolhas de validação0:03:40 — Por que a gente se cerca só de quem concorda com a gente0:05:00 — Crítico interno, síndrome do impostor e a anestesia do elogio0:05:25 — Sem fricção não há crescimento: o papel do atrito no desenvolvimento0:06:32 — Neurociência da contestação: como novos caminhos neurais se formam0:07:52 — Crescer em ambientes hostis e a reatividade como padrão aprendido0:09:00 — Positividade tóxica: quando só o positivo também faz mal0:09:53 — Como ouvir com empatia mesmo discordando: a postura de validar primeiro0:11:37 — A infância e o trabalho: onde aprendemos (ou não) a discordar0:13:35 — Discordância não é ataque pessoal: separando opinião de identidade0:15:36 — Autoestima e a liberdade de não precisar de validação externa0:16:51 — O ego fragilizado e a cena de "Um Gênio Indomável"0:18:57 — Quando brigar é necessário: direitos, escala 6x1 e limites saudáveis0:20:11 — Criar ambientes seguros para a crítica: oficinas e contextos de feedback0:22:36 — História real: o feedback que veio endereçado errado e o que ele ensinou0:25:07 — "Quando você não diz a verdade, impede o outro de decidir": a frase do terapeuta0:26:15 — O desafio de quem ocupa lugar de autoridade e recebe discordância0:29:28 — A ignorância e a certeza: quando não saber nada te dá convicção absoluta0:32:16 — Conclusão: melhore, ouça a si mesmo e entenda o que vale a pena discutir0:34:06 — Recado especial e carinho para ouvintes fiéis0:34:54 — Dicas de filmes: Humanist Vampire e O Filho de 1000 Homens0:36:08 — Dica de livro: A Coragem de Ser Imperfeito, de Brené Brown0:37:13 — EncerramentoContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@...
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    38 minutos
  • Quando a crítica do outro encontra a nossa insegurança E144
    Feb 25 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós conversamos sobre aquele incômodo que atravessa o corpo quando alguém nos critica, ou quando percebemos que a pessoa tem uma imagem de nós que não é a que gostaríamos. Nós exploramos por que isso pode gerar raiva, vergonha, vontade de se defender ou de se recolher, e como esse “toque” do outro encontra pontos sensíveis que já existiam por dentro.Ao longo da conversa, nós mostramos como esse impacto pode ser entendido por diferentes lentes (como ideal de eu, crítico interno, transferência, crenças centrais e pensamentos automáticos) e por que algumas pessoas ou contextos ativam gatilhos muito mais fortes. Nós fechamos com caminhos práticos para regular as emoções, diferenciar discordância de rejeição e transformar reatividade em curiosidade, usando a crítica como bússola de autoconhecimento, não como sentença.Episódio RelacionadoO que é ser homem sem se perder no caminho E143DicasGenio indomavelO Filho de Mil HomensHamnet Capítulos00:00 Abertura pós-carnaval e clima de férias01:38 O incômodo da crítica e da imagem que fazem de nós02:21 “Por que isso me incomoda tanto?” (a pergunta que se repete)03:11 Ideal de eu e o instinto de se defender03:40 O crítico interno: quando já tem uma voz cobrando por dentro04:16 O encontro doloroso: crítica de fora + insegurança de dentro04:36 Transferência: às vezes não é sobre “a pessoa de hoje”05:20 Um gatilho no trabalho e o “eu adolescente” aparecendo06:54 Inferioridade, hierarquia e autoridade: por que pega diferente09:02 Crenças centrais e pensamentos automáticos10:33 Distorções cognitivas e “leitura mental” do que o outro pensa12:36 Quando está resolvido, não pega: um exemplo no cinema14:30 Regulação emocional: crítica construtiva x ataque15:01 Discordância não é rejeição: desfazendo um nó comum17:35 Segurança interna vs fragilidade: refletir ou levantar defesa19:12 Por que algumas pessoas incomodam mais que outras20:03 Amor e vínculo: quando a crítica ativa histórias antigas24:21 Preconceitos: reconhecer sem se limitar27:04 Trocar reatividade por curiosidade: um treino transformador33:24 E quando nós incomodamos alguém sem querer?35:01 Dicas culturais + convite para interagir e encerramentoContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Photo: Christopher Ott
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    37 minutos
  • O que é ser homem sem se perder no caminho E143
    Feb 4 2026
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós conversamos sobre como a ideia de “ser homem” está mudando, e por que tanta gente se sente sem lugar nesse processo. Nós falamos de estereótipos de gênero, dessas “caixinhas” que a cultura impõe desde a infância, e de como isso aparece nas relações, na forma de discutir e até na maneira como a gente aprende (ou desaprende) a sentir. Nós também exploramos a diferença entre uma masculinidade reativa e uma masculinidade mais consciente: o que muda quando a gente troca performance por reflexão, força por presença e controle por conexão. No fim, nós fechamos com provocações práticas e referências de filmes/séries para seguir pensando, porque evoluir pode ser mais leve (e muito mais gostoso).Episódio RelacionadoTeorias da Personalidade e Quem é Você? E133RecomendaçõesPsicopata Americano Clube da LutaAll Her FaultA Mentira (2010)O Carteiro e o Poeta (1994)Capítulos00:00 Boas-vindas e volta do podcast 00:59 Por que falar de masculinidades agora 03:21 Estereótipos de gênero: o começo da “caixinha” 06:22 Cultura pop como espelho: disputa de masculinidades 09:45 Sensibilidade vira rótulo: por que isso acontece 10:12 O perigo de “só replicar” (sem sentir o que é nosso) 13:41 “Afeminado”: o que querem dizer com isso, na prática 16:20 Falta de referência e busca por validação masculina 19:01 “Energia masculina/feminina”: o que faz sentido e o que confunde 22:25 Estereótipo vs realidade: quem é “racional” de verdade? 24:27 Masculinidade inclusiva: quando o afeto vira força 26:53 Poder e emoções: a chave pra diferenciar tóxico x saudável 30:48 Reatividade, ameaça e a escalada para a violência 40:06 “Broderagem” e vergonha: como isso afeta prazer e intimidade 42:03 Vulnerabilidade cria conexão (e melhora a vida sexual) 48:39 Referências pra pensar masculinidade: filmes e série 50:39 Dicas rápidas e fechamento do episódio 52:31 Recado final: que a masculinidade se cureContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Photo: Jurien Huggins
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    53 minutos
  • Fracasso no planejamento sucesso no improviso E142
    Dec 24 2025
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós falamos sobre a frustração de olhar para as metas e sentir que “falhamos”, mesmo tendo vivido tanta coisa importante fora do planejamento. Nós exploramos por que o fim de ano aumenta a cobrança, como as expectativas (nossas e dos outros) pesam, e como o inesperado pode virar parte valiosa do caminho — sem culpa e sem drama.Também compartilhamos formas práticas de rever o ano com mais honestidade e leveza: registrar pequenas conquistas, ajustar metas que perderam sentido, celebrar progresso sem transformar tudo em cobrança, e criar limites saudáveis para redes sociais. No fim, nós lembramos que o plano é só um mapa, e que crescer, muitas vezes, acontece justamente quando a vida sai do roteiro.Capítulos00:00 Abertura: frio, roupa e improviso01:42 Tema do dia: quando o plano falha02:20 Metas que não foram… e conquistas que foram03:43 Quando o inesperado toma o palco05:05 Expectativas: nossas e dos outros06:20 Fim de ano: exaustão, realidade e pedir ajuda07:01 Metas como direção, não sentença08:13 A magia do improviso no caminho09:30 Autocompaixão na revisão do ano10:43 A ilusão de controle no planejamento12:19 Crise dos 30 e a vida que não segue roteiro13:00 Ajustar metas: o que faz sentido agora14:33 Cobrança semanal: 80% ainda é vitória15:52 Trabalho novo: expectativa vs realidade17:59 Ferramenta prática: registrar pequenas conquistas20:54 Fracassar com orgulho (e ganhar paz)22:09 O “efeito janeiro”: promessas e pressão24:02 Redes sociais: voltar com limites26:05 Metas se adaptam: intenção e escolhas27:17 Constância e crescimento com o processo31:35 Dicas para metas mais leves e flexíveis33:18 Meta fundamental: sono e saúde mental35:39 Leitura, rotinas e valorizar o progresso38:42 Celebração mensal sem virar cobrança40:08 Dica cultural: um filme sobre “fracasso” e silêncio42:55 Dica de série: reflexões que ninguém planejou45:26 Encerramento e boas festaContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠
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    47 minutos
  • Porque o Brasil e o Brasileiro são tão especiais! E141
    Nov 26 2025
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós exploramos a fundo a essência de ser brasileiro, indo muito além dos estereótipos para entender nossa relação única com o sol, a comida de verdade e a forma calorosa como celebramos a vida, mesmo diante das dificuldades. Discutimos como nossa identidade é moldada por profundas diferenças regionais, pela nossa história colonial e pela famosa criatividade que muitas vezes surge da necessidade e da escassez, revelando por que somos vistos como um povo tão acolhedor e alegre em qualquer lugar do planeta.Também trazemos reflexões importantes sobre como o nosso passado influencia as relações de trabalho e liderança atuais, além de debatermos a sexualidade à flor da pele, o nosso jeito espaçoso de ser e os hábitos de higiene que chocam os estrangeiros. Analisamos se existe uma única "identidade nacional" ou se somos uma mistura complexa de tradições, músicas e vivências, finalizando com ótimas recomendações de obras que ajudam a entender melhor o nosso país.Episódios RelacionadosComo a arte transforma as nossas vidas E138Celebrações e Festas São Importantes #025Acromatopsia, aprendendo com o olhar do outro E131MecionadoRodrigo Faro e Pedro Cardoso video sobre brasileiro não dar valor a serviço no Brasil https://www.youtube.com/watch?v=BbKRMQBJU1M00:00 - Abertura e memes clássicos brasileiros 01:55 - A cadeira de plástico e a identidade latina 04:00 - O clima tropical e as chuvas intensas 05:35 - A importância vital do sol na nossa rotina 07:50 - A sagrada hora do almoço: comida vs. lanche 11:10 - As diferenças regionais num país continental 13:02 - A alegria de encontrar brasileiros no exterior 14:30 - Comida regional e o almoço de domingo 19:33 - Festas, aniversários e o calor humano 21:45 - Criatividade e improviso na escassez 24:00 - A solidariedade e o costume de ajudar estranhos 26:40 - O impacto da imigração e da escravidão na cultura 31:00 - Crítica à liderança e cultura de trabalho no Brasil 36:20 - Identidade nacional versus tradição 42:45 - Relacionamentos, sexualidade e contato físico 46:30 - Ocupando espaço: barulho e regras sociais 51:00 - Como a internet mudou a identidade cultural 55:00 - A diversidade da música brasileira 58:00 - A obsessão brasileira por higiene pessoal 01:01:40 - Recomendações culturais: filmes e livros 01:06:00 - Considerações finais e agradecimentosContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Foto: Pietra Cruz
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    1 hora e 8 minutos
  • A Importância da nossa voz e de falar o que sentimos E140
    Oct 29 2025

    Nesse episódio do CorajosaMente, nós mergulhamos na importância de encontrar, sustentar e expressar a nossa própria voz. Falamos sobre como a autenticidade pode se perder em meio às pressões das redes sociais, no ambiente de trabalho ou nas relações pessoais e como esse silenciamento afeta diretamente nossa autoestima, saúde mental e conexão com o mundo.


    Também refletimos sobre o medo da rejeição, o peso das máscaras sociais e o poder de dizer o que pensamos com respeito e amor. Conversamos sobre como a autenticidade é um ato de coragem, de autoconhecimento e acima de tudo, de amor-próprio.

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    Foto: David Clode

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    54 minutos
  • Reclamar sem sentir culpa E139
    Oct 15 2025
    Nesse episódio do CorajosaMente, nós celebramos o ato de reclamar, sem culpa e com bom humor! Falamos sobre como colocar pra fora o que sentimos pode ser libertador e até terapêutico. Entre risadas e reflexões, exploramos o lado positivo da reclamação e como ela pode até aproximar as pessoas.Nós também refletimos sobre os diferentes tipos de reclamação: aquelas que aliviam o coração, as que nos conectam com os outros e as que apenas drenam nossa energia. Conversamos sobre transformar a reclamação em consciência e leveza, entendendo quando ela é sinal de algo mais profundo e quando é só esporte mesmo.Episódios relacionadosFofocar ou não fofocar, eis a questão E115Pessoas que só sabem falar delas mesmas E120A dor que nos move #008Capítulos00:00 - Introdução: Viva aos reclaminhas!00:43 - Reclamar faz bem (e sem culpa!)01:09 - As queixas do capitalismo02:05 - Dinheiro traz felicidade?02:56 - Reclamar de trilha e de mato04:35 - O tipo de reclamação que irrita: falar mal do Brasil06:32 - Entendendo o tom das reclamações sobre o país08:20 - Reclamar do jeito certo (e com humor)09:16 - Reclamação como energia motivadora10:02 - Quando reclamar faz mal: cortisol e estresse12:25 - Reclamar com raiva x reclamar com leveza17:02 - A reclamação como febre: o sintoma de algo mais profundo19:00 - Reclamar aproxima as pessoas21:16 - A reclamação que gera conexão e pertencimento23:18 - Como ouvir quem reclama sem tentar resolver25:13 - A diferença entre reclamar e pedir ajuda28:10 - Aprendendo a reclamar com consciência30:28 - Reclamar como autoconhecimento e vínculo33:08 - As “coveirinhas”: quando reclamar se torna tóxico36:09 - Quando se afastar de quem só reclama38:40 - O prazer de reclamar junto (e dar risada disso)41:20 - Reclamar com quem sabe ouvir44:15 - Encerramento e reflexões finaisContatosInstagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamentepodcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@brunodemauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@quintaldacinthia⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@corajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@cortescorajosamente⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Bruno de Mauro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Cinthia Cruz⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Foto: Judy Beth Morriss
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    47 minutos