Guerra Fria Podcast Por José Milhazes e Nuno Rogeiro capa

Guerra Fria

Guerra Fria

De: José Milhazes e Nuno Rogeiro
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Sobre este título

José Milhazes e Nuno Rogeiro analisam a atualidade internacional. Todas as terças no Jornal da Noite da SIC e em podcast

Política e Governo
Episódios
  • Hungria após a derrota de Orbán: “A Rússia não vai ficar parada, tem mais cavalos de Tróia na União Europeia”
    Apr 12 2026

    A derrota de Viktor Orbán nas eleições húngaras, após 16 anos no poder, marca uma viragem geopolítica significativa no coração da Europa. O candidato da oposição, Péter Magyar, conquistou uma maioria qualificada de dois terços no Parlamento, numa vitória que analistas consideram um revés tanto para Moscovo como para a influência trumpista na região. A mudança reequilibra o chamado Grupo de Visegrado e poderá facilitar o apoio à Ucrânia, embora os analistas alertem para a ausência de uma transformação radical imediata na política externa de Budapeste.

    No plano internacional, as negociações entre os Estados Unidos e o Irão continuam num impasse perigoso, com Teerão a apresentar linhas vermelhas que incluem indemnizações de guerra, controlo do Estreito de Ormuz e paridade de armamento regional, condições que Washington rejeita sob pressão dos países do Golfo. Em paralelo, um relatório do jornal ucraniano Ukrainska Pravda expôs um esquema sistematizado de corrupção no recrutamento militar da Ucrânia, com preços tabelados para isenções que variam entre os 300 e os 50.000 dólares, numa altura em que, paradoxalmente, Kiev regista os seus melhores resultados operacionais desde o início da guerra, superando pela primeira vez a Rússia no número de drones de longo alcance utilizados. O Guerra Fria foi exibido na SIC a 12 de abril.

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    21 minutos
  • "Trump está a criar desgraça atrás de desgraça": O fim da hegemonia americana à vista?
    Mar 29 2026

    Nuno Rogeiro e José Milhazes, guiados por Clara de Sousa, mergulharam nos bastidores da atual tensão internacional: do nuclear iraniano estrategicamente escondido em Isfahan ao subtil (e por vezes desajeitado) xadrez das alianças globais entre Estados Unidos, Golfo, Rússia e Ucrânia. “O real impacto dos ataques nunca é verdadeiramente conhecido. O que se pensava ter sido neutralizado pode afinal continuar operacional”, avisa Nuno Rogeiro, em referência ao misterioso material nuclear iraniano, capaz de passar “de 60% para uso militar em poucos meses”. Entre imagens pixelizadas de bombardeamentos e satélites russos passando sobre bases estratégicas, Rogeiro alerta: “Os mísseis provavelmente não tocarão este material”. Milhazes não hesita em apontar o dedo à atual administração americana: “Já vimos que são loucos, ignorantes e perigosos, e, além disso, nem sequer têm freios, como é o caso de Trump”. Uma estratégia errática que, segundo ele, pode “permitir a Putin invadir alguns dos países vizinhos” e empurrar os Estados Unidos para um desgaste semelhante ao do Vietname — ou pior: “poderá ser pura e simplesmente o fim da hegemonia americana”.

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    30 minutos
  • Ucranianos enviam especialistas em drones para o Médio Oriente, mas “Trump diz que a última pessoa a quem podia pedir ajuda é Zelensky”
    Mar 22 2026

    A guerra no Irão continua, o regime não desiste de lutar contra a ofensiva dos EUA e Israel. Os mísseis que o Irão tem para se defender podem atingir alvos a 4000 km, uma distância que lhes permite atacar grande parte da Europa, incluindo chegar a algumas zonas de Espanha. “Não há prova de que estes mísseis estejam já operacionais. É importante não lançar o pânico”, sublinha Nuno Rogeiro. A Ucrânia enfrenta ainda a invasão russa, ainda assim enviou 220 especialistas em drones para o Médio Oriente para ajudar os aliados. “Trump diz que a última pessoa a quem podia pedir ajuda é Zelensky”, afirma José Milhazes, alertando para o dinheiro que se podia poupar ao aproveitar o conhecimento dos ucranianos. Ouça a análise dos comentadores na versão podcast do Guerra Fria, emitido na SIC a 22 de fevereiro.

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    31 minutos
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