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De: Jornal O TEMPO
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Sobre este título

O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.© 2026 Jornal O TEMPO Higiene e Vida Saudável
Episódios
  • Para onde você vai quando quer transar?
    Jan 16 2026

    Motel, hotel, Airbnb… ou a própria casa?

    Por muito tempo, o motel foi sinônimo quase exclusivo de sexo e, junto com isso, vieram o tabu, a vergonha e o julgamento. Mas esse imaginário está mudando. A chamada nova motelaria aposta menos no explícito e mais em conforto, tecnologia, descanso e experiência. Tem gente indo pra motel pra dormir melhor, relaxar, trabalhar — e nem sempre pra transar.

    Ao mesmo tempo, cresce quem prefere hotéis ou Airbnbs para viver a intimidade. Mais privacidade? Menos rótulo? Um ambiente “neutro” que não carrega tanta carga simbólica? Em grandes eventos, inclusive, motéis viraram alternativa estratégica de hospedagem o que diz muito sobre como esses espaços estão sendo ressignificados.

    Ainda assim, a trava existe. De onde vem esse constrangimento? O problema é o lugar… ou o que ensinaram a gente a sentir sobre sexo? Onde as pessoas estão transando hoje? E o espaço influencia o desejo, a entrega, o prazer?

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    59 minutos
  • A Síndrome de Ofélia
    Jan 16 2026

    Muita gente só voltou a ouvir falar de Ofélia depois que Taylor Swift resgatou a personagem de Hamlet sob uma nova lente. Na obra de Shakespeare, Ofélia é a mulher que ama, mas não pode escolher; sente, mas não pode falar; sofre, mas precisa obedecer. Cercada por decisões masculinas e silenciada em seus próprios desejos, ela vai se apagando aos poucos até não caber mais dentro de si. E essa lógica, infelizmente, ainda ecoa em muitas histórias atuais.

    A chamada “síndrome de Ofélia” não fala de enlouquecer por amar demais, mas de adoecer por calar demais. Ela aparece quando viver para o outro vira regra, quando o sofrimento é romantizado como prova de amor e quando a mulher acredita que amar exige abrir mão de si. Engolir desconfortos, ceder sempre, sustentar relações sozinha e silenciar a própria voz para manter a harmonia são comportamentos que parecem pequenos, mas cobram um preço emocional alto.

    Esse padrão pode levar a quadros de dependência emocional, hiper-responsabilidade afetiva, medo intenso do abandono e até colapsos psíquicos. Em quantas relações ainda estamos nos afogando em silêncio para não incomodar?

    Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. A convidada do dia é Thamires Barcellos, psicóloga clínica.

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    1 hora e 1 minuto
  • Caso Letícia Birkheuer: quem está realmente sendo protegido nessa história? | Interessa Podcast
    Jan 14 2026

    Separações já são, por si só, experiências emocionalmente desafiadoras. Quando esse processo acontece sob os holofotes com vídeos, acusações públicas e torcida organizada nas redes, o impacto deixa de ser apenas jurídico e passa a ser também psicológico. No caso envolvendo a atriz Letícia Birkheuer, a dor privada ganha contornos públicos: uma mãe que relata dificuldade de convivência com o filho adolescente e um conflito que extrapola os limites da intimidade familiar.

    Do lado materno, o desgaste é evidente. A necessidade de se explicar publicamente, de se defender de acusações e de lidar com julgamentos constantes coloca muitas mulheres em uma posição delicada: qualquer atitude pode ser usada contra elas. Entre o medo de parecer ausente e o risco de ser vista como agressora, a maternidade vira um verdadeiro campo minado, ainda mais quando a única narrativa amplificada é a de um adolescente que, embora legítima, pode estar atravessada por influências adultas.

    Já o adolescente, ainda em formação emocional, aparece muitas vezes com uma postura dura, confrontacional, que pode ser confundida com prepotência, mas também pode refletir confusão interna, lealdade dividida e exposição excessiva. Quando conflitos familiares se tornam públicos, o risco de alienação parental se impõe: não apenas pelo afastamento físico, mas pela construção de narrativas que transformam o filho em instrumento de disputa. E a pergunta inevitável permanece: quem está sendo protegido nessa história o adolescente ou o ego dos adultos?

    Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Thiago Porto - Neurocientista e Hipnoterapeuta.

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    1 hora
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