Psicanálise e Cultura Podcast Por Psicanalista Sandro Cavallote capa

Psicanálise e Cultura

Psicanálise e Cultura

De: Psicanalista Sandro Cavallote
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Sobre este título

Meu nome é Sandro Cavallote. Sou Psicanalista, professor, escritor e comunicólogo e a ideia deste podcast é falar um pouco sobre psicanálise, inconsciente, Escuta, linguagem, comunicação, tecnologia, cultura, mídia e o que aparecer na mente. Pensar o "Mal-estar da nossa época". Sem um roteiro pré-definido, a construção do conteúdo é basicamente apertar o REC e gravar o que sai, inclusive erros, sons externos do meio ambiente e até atos falhos. Nada de muita formalidade, sem pretensão nenhuma de qualquer coisa. Sejam bem-vindos. Novos episódios semanais. Conheça meu trabalho: https://linktr.ee/Psicanalista Sandro Cavallote Higiene e Vida Saudável Psicologia e Saúde Mental
Episódios
  • 130 - Transferência: responsabilidade, afeto e poder
    Feb 2 2026

    🎧 Transferência: responsabilidade, afeto e poder

    Neste episódio do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote propõe um deslocamento necessário: pensar a transferência não apenas como um conceito técnico, mas como um campo ético, afetivo e profundamente político. A partir de Freud, Ferenczi e Winnicott, a conversa percorre a assimetria da relação analítica, os riscos da idealização, a responsabilidade do lugar de suposto saber e os perigos da captura da transferência como instrumento de poder, tutela ou dominação.

    Quando a escuta vira controle? Quando o cuidado se transforma em violência? E o que sustenta, de fato, a segurança afetiva na clínica? Um episódio para quem entende que, sem ética e responsabilidade, a psicanálise se perde de si mesma.

    🎙️ Apresentação: Sandro Cavallote

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    11 minutos
  • 129 - Psicanálise é psicoterapia?
    Jan 26 2026

    🎙️ Episódio: “A pergunta que não quer calar: Psicanálise é Psicoterapia?”
    🎧 Apresentação: Sandro Cavallote

    Neste episódio, adentramos um dos debates mais espinhosos — e fundamentais — do campo psicanalítico: afinal, a psicanálise é ou não uma psicoterapia?

    Partindo de Freud e da noção inaugural de “cura pela fala”, percorremos as transformações históricas da clínica psicanalítica, a virada da centralidade do sintoma para a verdade do sujeito e a cisão que se estabelece entre psicanálise e psicoterapia. O episódio discute as diferenças de horizonte entre práticas voltadas ao ajustamento e uma clínica orientada pelo desejo e pelo inconsciente.

    O diálogo passa pela crítica lacaniana à psicoterapia adaptativa, pelo contraponto ferencziano que recoloca o cuidado com o sofrimento no centro da experiência analítica, e pelo modo como, no Brasil, essa distinção ganhou contornos institucionais, éticos e legais. Também refletimos sobre a prática clínica concreta, onde as fronteiras nem sempre são nítidas e a pergunta decisiva passa a ser: a serviço de quê está a escuta?

    Mais do que oferecer uma resposta fechada, este episódio propõe deslocar a pergunta. Talvez a psicanálise não prometa bem-estar, mas algo mais exigente: um encontro com a verdade e com a responsabilidade subjetiva.

    Um convite à escuta, à crítica e à reflexão.
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    14 minutos
  • 128 - O inferno familiar: por que escolhemos a dor que conhecemos?
    Jan 19 2026

    No episódio 128, a fala é sobre por que insistimos em repetir sofrimentos que já conhecemos tão bem?
    Por que, diante da possibilidade de algo novo, preferimos voltar para a mesma rua escura de sempre?

    Neste episódio, Sandro Cavallote revisita a compulsão à repetição freudiana para pensar o que nos mantém fiéis ao sintoma, à dor conhecida, ao “diabo familiar”. Não se trata de falta de força de vontade, mas de uma economia psíquica poderosa, protetora e, ao mesmo tempo, aprisionante.

    Falamos sobre:

    • compulsão à repetição e fidelidade ao sintoma

    • medo do novo e da angústia do desconhecido

    • luto, elaboração e perlaboração

    • por que mudar dói — e por que permanecer dói também

    Um convite a trocar a dor estéril da repetição por uma dor fértil, capaz de abrir espaço para a invenção de novos modos de existir.

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    14 minutos
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