Episódios

  • Anestesia baseada em valor e a criação de um Escritório de Valor com Aline Chibana
    Dec 11 2025

    No encerramento da temporada, Giorgio e Aline vão do “como começar pelos dados mínimos” à operação de um Escritório de Valor funcionando na prática. Você vai ouvir a jornada da Aline: do papel e planilhas à governança de dados no prontuário; o caso clássico das quebras dentárias resolvido com treinamento em fibroscopia; métricas transversais (tempo como proxy de coordenação); e, principalmente, como reduzir variabilidade para viabilizar bundles e novos modelos de remuneração sem perder desfecho.

    Convidada: Dra. Aline Yuri Chibana é Anestesiologista; Gerente do Escritório de Valor do A.C.Camargo Cancer Center; certificada em VBHC pela Harvard Business School.

    Você vai aprender:

    • Como começar “pequeno” com dados mínimos e evoluir o ciclo de melhoria (PDCA)

    • Do papel ao prontuário: unificar coleta, reduzir redundância e garantir acesso aos dados

    • Caso prático: via aérea difícil, treinamento em fibroscopia e eliminação de quebras dentárias

    • “Maldição da dimensionalidade”: por que escolher 2-5 indicadores move mais do que medir 50

    • Tempo como métrica-mãe de eficiência e coordenação entre linhas de cuidado

    • Variabilidade aceitável vs. inaceitável e por que reduzir antes de precificar pacotes

    • Bundle de tireoidectomia: desenho do episódio, risco compartilhado, margem e desfecho

    • Desfechos que importam ao paciente (funcionalidade, dor crônica) e o “buraco negro” extra-hospitalar

    • Como coletar PROMs/funcionalidade com REDCap e atingir alta adesão (workflow e follow-up)

    • ICHOM e ANAP: standard sets, dicionário de dados e “mini-sets” viáveis para o dia a dia

    • Cultura, papéis e investimento: dados, ensino e qualidade como engrenagem única

    • Cenário de remuneração: queda do FFS, onde cabem bundles/bonificação por performance

    Capítulos

    00:00:00 Abertura e propósito da temporada

    00:01:07 Tema do episódio e apresentação da convidada

    00:02:12 Da qualidade na anestesia ao olhar data-driven (2011–2018)

    00:03:05 Caso via aérea difícil e quebras dentárias: análise e treino em fibroscopia

    00:06:44 Do papel ao prontuário: unificação da ficha e acesso aos dados

    00:12:17 Dados mínimos, 12 indicadores e foco no que vira ação

    00:16:08 “Maldição da dimensionalidade” e por que 2–5 métricas bastam para começar

    00:18:56 Escritório de Valor: estrutura, indicadores de tempo e custo/desfecho

    00:19:29 Bundle de tireoidectomia: desenho, risco, variabilidade e margem

    00:25:06 Variabilidade primeiro, preço depois: armadilhas dos pacotes por média

    00:28:03 Quando bundles não se aplicam e opções de pagamento por performance

    00:33:12 Desfechos que importam (funcionalidade, dor crônica) e impacto anestésico

    00:35:48 Coleta extra-hospitalar com REDCap: cadência e adesão

    00:38:40 ICHOM/ANAP: standard sets vs. “mini-sets” aplicáveis

    00:41:09 Investimento em dados/gestão e diferenciação competitiva

    00:46:52 Acreditação, educação e revisão de processos que “induzem ao acerto”

    00:52:24 Encerramento: comece pequeno, evolua sempre; contatos da Aline


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    1 hora
  • Carreira médica, dados e propósito com Ricardo Valente
    Dec 4 2025

    Ep.8 | T8 - Carreira médica, dados e propósito com Ricardo ValenteNeste papo, Giorgio e Ricardo exploram como sustentar propósito em meio à rotina clínica, usar dados para negociar com C-level/acreditação e preparar a carreira para IA e modelos de valor; discutem variabilidade de cuidado, bundles/capitation, empatia na assistência e caminhos práticos para manter a medicina centrada no paciente sem abrir mão de sustentabilidade financeira.

    Convidado: Ricardo Valente é oftalmologista, mestre em Gestão pelo ISCTE (Lisboa), especialista em Value-Based Health Care pela Harvard Business School, sócio da clínica BVC e idealizador do canal/podcast Fala Doutores.


    Você vai aprender:

    • Como alinhar propósito pessoal com metas assistenciais e resultados mensuráveis

    • Como usar dados clínico-operacionais para dialogar com gestores e acreditação

    • IA na prática: onde ela ajuda (transcrição, produtividade) e onde ainda falha

    • Variabilidade de cuidado: por que reduzir é bom para desfecho e negociação

    • Bundles/pacotes x fee-for-service: riscos sem conhecer custos e processos

    • Empatia e experiência do paciente: evitar a “burocracia que desumaniza”

    • Estratégias de posicionamento do médico em um sistema em transformação

    • Rotina, burnout e criatividade: como preservar energia e impacto real


    Capítulos

    00:00:00 Abertura e propósito da temporada

    00:00:55 Tema do episódio e apresentação do convidado

    00:02:22 Origem do Fala Doutores e jornada do convidado

    00:05:55 Pandemia, virada de carreira e início do podcast

    00:12:57 Formato de entrevista e humanização da prática médica 00:15:50 Rotina do consultório e empatia no cuidado

    00:19:26 Podcast como terapia e padrões de sucesso

    00:23:39 IA no fluxo de produção: ganhos e limites

    00:31:36 Custos/benefícios das IAs na prática clínica

    00:33:10 Rotina na anestesia e “cemitério da criatividade”

    00:35:16 Oportunidades e integrações na oftalmologia

    00:37:51 Formação médica, docentes e crise de início de carreira

    00:41:49 Tecnologia, automação e o futuro do trabalho médico

    00:45:49 Experiência no PS: empatia vs. burocracia

    00:52:01 Remuneração: bundles, capitation e necessidade de dados

    00:56:09 Sistema centrado no paciente (VBHC) e cultura de valor

    00:57:49 Propósito, burnout e caminhos práticos

    00:58:20 Onde encontrar o convidado (YouTube/IG/LinkedIn)

    00:59:01 Encerramento e próximos passos


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    1 hora e 2 minutos
  • Cirurgia ambulatorial no Brasil e no mundo: modelos, incentivos e o papel do anestesista, com Fabrício Galvão.
    Nov 27 2025

    Neste papo, Giorgio e Fabrício destrincham por que a cirurgia ambulatorial é mais segura e custo-efetiva quando feita em unidades dedicadas; como alinhar incentivos (operadoras, pacotes e VBHC) sem perder qualidade; o que medir no dia a dia do centro cirúrgico (pontualidade, turnaround, dor, NVPO, alta); e como dados do mundo real sustentam negociação e decisão clínica.

    Convidado: Fabrício Galvão é membro fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Ambulatorial (SOBRACAM); Delegado Brasileiro da International Association for Ambulatory Surgery (IAAS); mestre em Comunicação (UNESP); empresário, investidor na área da saúde e publicitário; certificado no Digital Executive Education Program, pela ISE Business School, e em Health Care IT, pela Icahn School of Medicine at Mount Sinai.

    Você vai aprender:

    • Quando (e por quê) unidades ambulatoriais dedicadas superam o hospital geral

    • Critérios de elegibilidade e segurança: seleção de pacientes e alta no mesmo dia

    • Cultura e desalinhamento de incentivos: como destravar a migração para o modelo ambulatorial

    • Pacotes e VBHC: previsibilidade, “abertura de conta” e qualidade assistencial

    • Métricas-chave do anestesista: início no horário, atrasos, turnaround, dor, NVPO e critérios de alta

    • Produtividade real: por que “leito” é métrica fraca e “throughput cirúrgico” é o que importa

    • Regulação (RDC, CFM) e vazios que geram insegurança jurídica, e caminhos de atualização

    • Como negociar com operadoras e autogestões usando dados de vida real

    • Impacto sistêmico: potencial de ambulatorização (ASA 1-2) e redução de filas

    Capítulos

    00:00:00 Abertura e propósito da temporada

    00:01:14 Tema do episódio e apresentação do convidado

    00:02:16 Origem da SOBRACAM e lacunas regulatórias

    00:06:44 Multidisciplinaridade e papel do anestesista no fast-track

    00:10:32 IAAS: modelos de unidade (freestanding e núcleos isolados)

    00:12:36 Segurança: seleção, IRAS e alta segura

    00:15:06 Cultura e incentivos; aprendizados dos EUA

    00:20:57 Potencial ASA 1–2 para migração ambulatorial

    00:22:50 Produtividade: 3 salas ≈ 330 cirurgias/mês

    00:23:40 Hospital geral: foco na alta complexidade

    00:37:48 Operadoras e autogestões: por onde começar

    00:44:05 VBHC/pacotes: previsibilidade e qualidade

    00:51:57 Variabilidade e padronização com o corpo clínico

    00:59:15 Indicadores práticos do anestesista

    01:00:54 Encerramento e próximos passos


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    1 hora e 5 minutos
  • Segurança Perioperatória e o Papel do Anestesiologista com Paola Andreoli
    Nov 20 2025

    Neste papo, Giorgio e Paola discutem por que a anestesia foi pioneira em segurança; como transformar protocolos em prática sem burocratizar; por que medir processo (antibiótico, temperatura, glicemia) importa tanto quanto desfecho; o papel da governança e da cultura justa; e como dados, interoperabilidade e comunicação com o paciente sustentam decisões clínicas e valor.

    Convidada: Paola Andreoli é Presidente da Sociedade Brasileira para Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (Sobrasp); executiva em saúde pelo Insper (Qualidade, Segurança do Paciente e Governança); doutora em Ciências da Saúde (UNIFESP); especialista em melhoria (IHI) e em gestão de riscos em saúde (ASHRM); pesquisadora convidada no RESILI-SUS/Fiocruz e assessora técnica do Proqualis/Fiocruz; consultora de projetos no Hospital Israelita Albert Einstein e docente na Fundação Dom Cabral.

    Você vai aprender:

    O anestesiologista como guardião do paciente no centro cirúrgico e no perioperatório

    Estrutura, processo e desfecho: onde estão os verdadeiros gargalos da segurança

    Checklist cirúrgico: limites do “papel” e caminhos para inovar a execução

    Como medir processos críticos (antibiótico, temperatura, glicemia) e usar dados para convencer a liderança

    Governança e cultura justa: do inconformismo à responsabilidade compartilhada

    Interoperabilidade e qualidade do dado como base para IA e melhoria contínua

    Comunicação e orientação pré-anestésica como parte do cuidado seguro Pós-operatório tardio: o “ponto cego” que precisa entrar nos indicadores


    Capítulos

    00:00:00 Abertura e propósito da temporada

    00:00:54 Tema do episódio: segurança do paciente e responsabilidade da anestesia

    00:01:05 O anestesista como guardião do paciente

    00:01:12 Quem é a convidada (apresentação e credenciais) 00:02:25 Trajetória da Paola: da psicologia à qualidade e gestão

    00:03:00 Fator humano e alta confiabilidade na segurança do paciente

    00:06:36 SOBRASP: origem, missão e agenda 00:07:27 Assunção à presidência da SOBRASP

    00:07:41 Por que a anestesia foi pioneira em segurança 00:10:07 Centro cirúrgico: alto risco e gravidade dos eventos 00:16:16 Pré-anestésico como gestão de riscos e orientação 00:19:01 Estrutura e contexto institucional: quando o sistema expõe o anestesista

    00:23:09 Comunicação com o paciente e experiência segura 00:26:01 Recuperação imediata e papel do anestesista 00:29:14 Brasil no mundo: heterogeneidade, acesso e cultura 00:33:01 Pós-pandemia: estagnação dos indicadores de qualidade

    00:36:27 Qualidade como estratégia: governança e C-level 00:39:57 Protocolos x burocracia: o dado que falta para comprovar valor

    00:45:03 Pilares da qualidade (OMS) e integração como 7º pilar

    00:47:13 Interoperabilidade e dados antes de IA 0

    0:48:46 Processos críticos: antibiótico, temperatura e glicemia

    00:50:59 ERAS e medir processo além do desfecho

    00:52:01 Pressão “de baixo para cima”: levar números à liderança

    00:55:03 25 anos depois: por que ainda aceitamos maus resultados?

    00:56:00 Checklist cirúrgico: precisamos de um novo salto 00:58:07 Adesão baixa dentro e fora do centro cirúrgico 00:59:03 Inovar no “como” executar o checklist

    01:01:05 Burocracia tem limite: desenho que encaixa no fluxo 01:02:19 Qualidade indissociável da prática: anestesista como agente de mudança

    01:05:05 Inconformismo, colaboração e coprodução (mensagem final da convidada)

    01:06:02 Canais da SOBRASP e contatos

    01:07:11 Encerramento e chamada para outras temporadas

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    1 hora e 10 minutos
  • Universidade, empresas e dados: da pesquisa ao cuidado, com Maria José Carmona
    Nov 13 2025

    Ep.5 | T8 - Universidade, empresas e dados: da pesquisa ao cuidado, com Maria José Carmona

    Neste papo, Giorgio e a profa. Maria José Carmona mostram como aproximar academia e mercado para transformar pesquisa em produtos, patentes e melhorias reais no perioperatório. Falam sobre cultura e incentivos no Brasil, transferência de tecnologia, o papel do mestrado profissional da FMUSP, interoperabilidade e onde a IA já agrega com segurança quando os dados são bem estruturados.


    Convidada: Maria José Carmona é Professora livre-docente associada da Disciplina de Anestesiologia da FMUSP; Coordenadora do Mestrado Profissional de Inovação Tecnológica e de Processos Assistenciais Perioperatórios (FMUSP); ex-editora-chefe do Brazilian Journal of Anesthesiology; ex-presidente da SAESP.


    Você vai aprender:

    • Como a “hélice” universidade-empresas-gestão acelera inovação útil no perioperatório

    • Por que patentes só viram valor com transferência de tecnologia e escalabilidade

    • Onde a IA ajuda hoje (e onde precisa de validação clínica) quando há dados estruturados

    • Como interoperabilidade, usabilidade e métricas de desfecho tiram o discurso de valor do slide e levam para a prática


    Capítulos


    00:00:00 Abertura da temporada e recados aos ouvintes

    00:01:12 Tema do dia: inovação aplicada na saúde

    00:01:18 Apresentação e credenciais de Carlos Sacomani

    00:03:01 Trajetória tech, cirurgia robótica e carreira em “W” (assistência + gestão)

    00:06:26 Fragmentação da jornada do paciente e dos dados; o gargalo da interoperabilidade

    00:08:52 Dois mundos: tecnologia “linear” vs clínica “complexa”; papel do anestesista e do médico híbrido

    00:13:12 Ecossistema, limites do prontuário e necessidade de módulos clínicos especializados

    00:14:49 TI hospitalar amadurecendo; aprendizado com o setor bancário

    00:16:45 Da ficha anestésica ao analytics; crítica ao transacional sem BI

    00:20:06 Dado como matéria-prima e o “gap” tecnológico dos prontuários

    00:21:09 Abertura/interoperabilidade dos EHRs; marketplace e lições internacionais

    00:24:04 IA além da generativa, validação científica e segurança no uso clínico

    00:28:22 Usabilidade, input de dados e modularização (ERP x clínico)

    00:34:35 SaaS vertical na assistência; integração como chave para gerar valor

    00:38:06 Inovação de verdade: problema, MVP, ROI e parceria com empresas menores

    00:44:03 Desfechos, comparação entre equipes e “realidade brutal do dado”; VBHC e pay-for-performance

    00:52:54 Dados em escala: RNDES/Conecte SUS e referência do NHS

    00:57:08 Hospitais médios: governança e qualidade de dados no microcosmo

    01:00:16 Encerramento: papel da alta gestão (CIO–CMO–TI) e contatos do convidado

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    48 minutos
  • Inovação na prática perioperatória com Carlos Sacomani
    Nov 6 2025

    Ep.4 | T8 - Inovação aplicada na saúde: interoperabilidade, dados e o papel do anestesiologista, com Carlos Sacomani.
    Neste papo, Giorgio e Carlos discutem por que integrar pré, intra e pós é condição para destravar valor; como interoperabilidade, usabilidade e analytics superam o prontuário “transacional”; onde a IA realmente ajuda hoje; e como medir desfechos para orientar gestão e ROI.


    Convidado: Carlos Sacomani é médico urologista, Doutor em Ciências (FMUSP); ex-CMIO do A.C.Camargo Cancer Center; MBA em Gestão de Negócios em Tecnologia e Transformação Digital (FIA); Pós-graduação em Ciência de Dados e Informática em Saúde (Einstein).


    Você vai aprender:

    • Por que “médicos híbridos” conectam clínica, TI e gestão

    • Como estruturar dados e interoperabilidade para viabilizar IA

    • Por que medir desfechos e começar pequeno para escalar inovação

    • O papel do anestesiologista como guardião do paciente e líder de processos no perioperatório

    Capítulos
    00:00 Abertura e propósito da temporada
    01:06 Tema do episódio: inovação aplicada na saúde
    01:12 Quem é o convidado
    01:42 Trajetória clínica e chegada à tecnologia
    03:00 Carreira em “W” e passagem pelo CMIO
    06:33 Programação, startups e visão sobre saúde digital
    06:56 Medicina vs. lógica da computação: o desafio dos dados
    08:12 Interoperabilidade, qualidade de dados e IA
    08:59 Dois mundos e o anestesista como guardião do paciente
    10:35 Médicos híbridos e pontes entre áreas
    11:57 Usabilidade: o clique do médico importa
    13:12 Ecossistemas, apps especializados e não “um sistema para tudo”
    14:37 Evolução da TI hospitalar e realidade de hospitais menores
    17:05 Levar dados da anestesia além do transoperatório
    18:02 Do transacional ao analytics (crítica aos prontuários)
    19:22 Dado como matéria-prima: do bruto à decisão
    21:09 Texto livre, precisão e limites práticos da IA generativa
    22:38 IA na gestão e validação científica no assistencial
    28:28 UX radical: a analogia do iPhone aplicada ao prontuário
    31:31 Interoperabilidade como investimento estratégico
    33:41 ERP x módulo clínico e SaaS vertical conectado por API
    36:09 ROI: por que interoperabilidade vence compras “de brilho”
    38:06 Inovação prática: problema, MVP, escalabilidade
    43:36 Desfechos, sociedades e a “realidade brutal do dado”
    52:53 Dados populacionais, RNDES e gestão de sistema
    58:04 Falta visão, governance e priorização
    59:02 Encerramento e como encontrar o convidado


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    1 hora e 3 minutos
  • Desfechos que importam: como organizar a assistência com dados com Clemente Nóbrega
    Oct 30 2025

    Ep. 3 | T.8 - Por que saúde só será sustentável quando o cuidado for tratado como processo produtivo, com pré, intervenção e pós integrados, e com desfechos medidos de forma sistemática? Clemente Nóbrega fala sobre organização do cuidado por linhas, a jornada dos dados paralela à do paciente, o papel da navegação baseada em informação (pull), exemplos reais (como a linha de AVC em Joinville), limites de rankings, incentivos econômicos e caminhos práticos: pilotos, governança e comunidades de prática. No final, o recado aos anestesistas: assumir a coordenação do perioperatório com dados e integração.


    Convidado: Clemente Nóbrega é físico, MBA em Engenharia Nuclear, consultor, escritor e palestrante em inovação. Atuou 15 anos na engenharia nuclear (5 na KWU/Siemens, Erlangen–Alemanha), foi Diretor de Marketing da AMIL por 14 anos (pioneiro na Gestão pela Qualidade), possui MBA Executivo COPPEAD/UFRJ e Strategic Marketing Management (Harvard Business School). Autor de 11 livros (o mais recente, O novo mercado da saúde e o novo médico, 2021). Prêmio Abril de Jornalismo (1999) e colaborador da Época Negócios. Pioneiro no modelo de certificação de desfechos para linhas de cuidado (MCPAD).


    Capítulos
    00:00 – Abertura, temporada e contexto da conversa
    01:11 – Tema do dia: desfechos, linhas de cuidado e dados
    02:54 – Da física nuclear à saúde: a ponte com Edson Bueno e a AMIL
    10:09 – Valor = benefício / custo: por que saúde precisa de processo produtivo
    12:34 – Integração pré–intervenção–pós e a necessidade de medir desfechos
    20:20 – Exemplos: linhas específicas e casos reais; aprendizado com dados
    26:50 – Hospitalocentrismo, desospitalização e o “pós” que não fecha o ciclo
    33:40 – NHS declarado “broken”: reconfigurar com dados e redes locais
    35:50 – Incentivos e modelos de negócio: por que pilotos bem governados
    41:40 – Jornada dos dados e navegação por informação (pull)
    45:30 – Rankings, sinais fracos e decisões de investimento em saúde
    49:00 – Tempo para virar a chave: 2–3 anos para dados e resultados robustos
    51:10 – Cultura, protocolo e governança: comunidades de prática na veia
    56:00 – Pilotos, evidência auditável e horizonte de 5–10 anos
    01:07:30 – O papel do anestesiologista no perioperatório de valor
    01:10:46 – Encerramento e convite para seguir o convidado no LinkedIn


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    1 hora e 13 minutos
  • Do fee-for-service ao valor: o que muda para anestesia e operadoras com Dr. Carlos Lobbé
    Oct 23 2025

    Ep.2 | T8 - Consolidação, verticalização e o (pós) fee-for-service

    Carlos Lobbé discute a sustentabilidade da saúde suplementar: por que o modelo atual não fecha a conta, o papel de consolidação e verticalização e como dados + governança clínica sustentam novos pagamentos e melhoram desfechos.


    Você vai ouvir sobre:
    • Os 3 ciclos das operadoras (reajuste → glosa → consolidação/verticalização)• FFS em xeque: quem “matou”, riscos de desassistência e a necessidade de evidênciaNavegação do paciente e os 6 domínios do desperdício• Como integrar dados (pré-intra-pós) para sustentar VBHC e novos modelos de remuneração


    Capítulos:

    00:00 Abertura e propósito da temporada
    01:17 Apresentação do convidado e trajetória
    03:40 Consolidação: por que começou?
    05:57 SUS x suplementar: 25% no privado
    08:10 O que a sociedade quer do sistema?
    10:49 Três ciclos das operadoras
    12:30 Por que reajuste/glosa esgotaram
    13:14 “Monopólio?” e concentração saudável
    15:20 Analogias: bancos e varejo
    16:23 Verticalização: conceito e exemplos
    17:05 Governança clínica e dados integrados
    19:30 Jornada oncológica: da imagem à biópsia
    22:45 Seis domínios do desperdício
    24:54 Navegação: coordenação que reduz reinternação
    26:49 Hospitalocentrismo e perda de seguimento
    28:50 Mutualismo e pacto intergeracional sob pressão
    31:05 Sobrevivência: consolidação, verticalização e pagamento
    32:33 Fee-for-service na ótica do anestesista
    34:43 Quem “matou” o FFS?
    36:20 Pêndulo: desperdício vs. desassistência
    37:35 Pós-FFS: papel da evidência e dos desfechos
    39:10 Valor na prática: medir para remunerar
    41:00 Lições de Uber/Airbnb/iFood para saúde
    44:30 Dados integrados para precificar performance
    46:20 Diferenciar equipes por desfechos
    48:20 Mensagem final do Lobbé
    49:30 Recado aos anestesistas: demonstre valor
    51:10 Operadoras e investimentos em dados
    53:00 Encerramento e próximos episódios

    Exibir mais Exibir menos
    58 minutos