Episódios

  • Após liberação de vacina contra dengue para 12 a 59 anos, Butantan estuda ampliação para idosos
    Nov 28 2025

    Depois de obter, nesta semana, a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produzir a primeira vacina de dose única contra a dengue, o Instituto Butantan já se concentra na ampliação do público-alvo, que por enquanto é o de pessoas de 12 a 59 anos. A informação foi dada nesta sexta-feira por Rosilane de Aquino Silva, diretora de Assuntos Regulatórios, Qualidade e PMO do Butantan, durante entrevista à Rádio Eldorado. “A agência avaliou os dados e considerou que a vacina, nessa faixa populacional de 12 a 59 anos, tem uma absoluta segurança e eficácia de gerar proteção necessária para essa população e ela inicialmente é a população aprovada. O Butantan tem planos de começar ainda esse ano um estudo para estender para a população idosa, que se a gente conseguir atingir o mesmo sucesso dessa primeira etapa vai ser também a primeira vacina da dengue para a população idosa”, afirmou.

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  • Como usar a IA para pesquisar produtos e evitar golpes na Black Friday? Ouça orientações
    Nov 27 2025

    A Black Friday vem crescendo a cada ano no Brasil, com muitas ofertas e anúncios que atraem o consumidor, mas pode representar perigo, com fraudes e descontos falsos. Por isso, uma ferramenta que também começa a ser mais utilizada como proteção é a Inteligência Artificial. Então, como usá-la para obter os melhores resultados? Acompanhe aqui as orientações de Wladimir D'Andrade, editor no E-Investidor do Estadão e especialista em inovação.

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  • Dengue deve ter nova vacina e Padilha critica médicos antivacina: “Casamento da ganância com o negacionismo”
    Nov 26 2025

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, espera para hoje o anúncio da aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da nova vacina contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan. A informação foi dada por ele durante entrevista à Rádio Eldorado em que também criticou a atuação de médicos que têm divulgado, sem comprovação científica, conteúdos contrários às vacinas, além de lucrar com a venda de cursos. Esses profissionais foram alvos da Advocacia-Geral da União, que já obteve de algumas plataformas digitais a retirada desses materiais enganosos. “É o casamento da ganância com o negacionismo”, afirmou o ministro.

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    17 minutos
  • Bolsonaro preso: “Não existe fuga. Na decisão só tem um parágrafo sobre tornozeleira”, diz Rogério Marinho
    Nov 25 2025

    O Partido Liberal resolveu apostar no discurso de que a prisão de Jair Bolsonaro é fruto de “intolerância religiosa” e quer retomar a mobilização pela anistia para tentar livrar o ex-presidente da cadeia. A legenda reuniu cerca de 50 parlamentares federais em Brasília na tarde de ontem para debater o tema após Bolsonaro ser preso preventivamente no sábado por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após ter tentado violar a tornozeleira eletrônica que usava em prisão domiciliar. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e os filhos do ex-presidente Flávio, Carlos e Renan, estavam presentes no encontro, convocado pelo presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. Após a reunião, que durou cerca de duas horas e meia, Flávio, que foi escolhido porta-voz do pai, anunciou que agora o “objetivo único é a aprovação do projeto de anistia”. A matéria, que foi rebatizada de “PL da Dosimetria”, apenas para reduzir penas e descartando a anistia, está parada na Câmara.

    Em entrevista à Rádio Eldorado, o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, disse que haverá “pressão legítima” para a retomada do texto original que tratava da anistia. Ele também contestou a alegação de risco de fuga de Bolsonaro, citada na decisão de Alexandre de Moraes pela prisão preventiva do ex-presidente. “Não existe fuga. Foi um subterfúgio. Na decisão de 17 páginas só tem um parágrafo sobre a tornozeleira. Dois preceitos constitucionais básicos foram atacados: a liberdade religiosa e o direito de reunião”, afirmou.

    Questionado por Eliane Cantanhêde, Marinho negou que o ex-presidente tenha articulado um golpe de Estado.

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    29 minutos
  • Brasil perde 40% de água tratada que poderia abastecer 50 milhões de pessoas, aponta estudo
    Nov 25 2025

    O Brasil desperdiça em média 40,3% da água tratada antes que ela chegue às torneiras da população. A constatação é do estudo "Demanda Futura por Água em 2050: Desafios da Eficiência e das Mudanças Climáticas", do Instituto Trata Brasil. Do total perdido, 60% tem origem em vazamentos e o restante é em decorrência de furtos e erros de medição.

    Em entrevista à Rádio Eldorado, a presidente-executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, disse que o volume perdido poderia abastecer 50 milhões de pessoas em um ano. Ela defendeu mais investimentos para evitar o desperdício e apontou que o problema pode se agravar com as mudanças climáticas.

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  • Bolsonaro com “alucinação” ainda tem força para indicar candidato da direita? Ouça análise
    Nov 24 2025

    A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje a manutenção da decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde sábado, dia 22, e sua prisão foi mantida em audiência de custódia. No depoimento, Bolsonaro disse que a tentativa de violar a tornozeleira eletrônica foi motivada por “paranoia” provocada pelo uso de remédios psiquiátricos. Ele afirmou que “estava com alucinação” de que havia uma escuta no equipamento. Nos próximos dias, o ex-presidente também deve começar a cumprir a pena de 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista de 2022. Inelegível, Bolsonaro ainda era aguardado para indicar quem seria o candidato da direita para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial do próximo ano. Mas como fica esse segmento após as alegações de “paranoia” e “alucinação” feitas pelo próprio Bolsonaro? Em entrevista à Rádio Eldorado, Leonardo Barreto, doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília e sócio da consultoria de risco político Think Policy, disse que o episódio de agora agrava um problema que a direita já tinha, de querer a indicação de um nome, mas não a presença efetiva de Bolsonaro na campanha. “Essa história de surto, de condição de debilidade das faculdades, traz uma discussão sobre a sua capacidade de conduzir a própria defesa e os destinos da direita. Todos querem o apoio dele, mas não querem a liderança dele”, afirmou.

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  • Com Bolsonaro mais perto da prisão, como a direita vai se reorganizar? Ouça análise de Sérgio Denicoli
    Nov 21 2025

    A iminente prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que deve acontecer nos próximos dias com o fim da possibilidade de recursos contra a pena de 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista de 2022, abre um debate sobre a reorganização da direita para as eleições presidenciais de 2026. Em entrevista à Rádio Eldorado o cientista de dados e analista político Sergio Denicoli, que também é colunista do Estadão, avaliou que o pleito será decidido pelos eleitores de centro, com predominância de temas econômicos para a definição do voto. “Neste momento, a direita está um pouco perdida, ela não tem uma pauta de economia muito clara”, afirmou. Outro aspecto, segundo ele, é a fragmentação da direita entre radicais e moderados. “Bolsonaro tem um eleitorado cativo, mas já é visto como passado, fora do jogo eleitoral, e os bolsonaristas não entenderam isso ainda”, ponderou.

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  • Fernando Soares: 'Mesmo com o aumento de profissionais negros, o caminho ainda é longo para que assumam posições de liderança'
    Nov 20 2025

    Um levantamento do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, aponta que o crescimento salarial geral no Brasil não tem sido suficiente para reduzir a persistente desigualdade salarial entre trabalhadores negros e brancos.
    A renda média do trabalho principal de pessoas negras no Brasil, entre 2012 e 2023, correspondeu a apenas 58,3% (ou cerca de 58% a 60%) da renda de pessoas brancas. Além disso, apenas um em cada 48 trabalhadores negros ocupa cargos de liderança, uma proporção muito menor em comparação com trabalhadores não negros.
    Em entrevista à Rádio Eldorado, Fernando Soares, Gerente de Projetos, Operações e Dados do Mover, afirma que “se a gente olhar que temos 56% da população brasileira, negra, e não encontramos ninguém para assumir um cargo de liderança, o problema está no processo das empresas”

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